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SÃO PAULO – O alívio das tensões em torno da crise do subprime no plano internacional leva o dólar comercial a operar em movimento declinante desde a abertura na sessão desta quinta-feira (6).
O bom humor é sustentado pelo noticiário corporativo positivo, aliado à notícia de um plano de congelamento de taxas de juro de hipotecas nos EUA, ainda a ser anunciado por George W. Bush.
Decisão do Copom em análise
Já no plano doméstico, os mercados ponderam até quando vai a pausa no afrouxamento monetário após nova manutenção da Selic pelo Copom (Comitê de Política Monetária), em 11,25% ao ano, na última quarta-feira.
Investidores também avaliam os dados inflacionários do IPCA, que registrou uma alta nos preços de 0,38% em novembro, e do INPC, que também marcou uma aceleração da inflação na passagem mensal.
Acompanhe as cotações
O dólar comercial opera cotado a R$ 1,7840 na compra e R$ 1,7860
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na venda, baixa de 0,56% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,0300, representando um ágio de 13,79%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 0,33% em dezembro, frente
à alta de 3,29% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 16,42%.
Dólar futuro na BM&F
também opera em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em janeiro
opera cotado a R$ 1.790,
baixa de 0,42% em relação ao fechamento
de R$ 1.798
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em fevereiro, por sua vez, opera em baixa de 0,17%,
atingindo R$ 1.800 frente
à R$ 1.803 do fechamento de
quarta-feira.