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SÃO PAULO – A tendência de reaquecimento da atividade industrial iniciada na virada do ano foi confirmada pela prévia da 160ª Sondagem conjuntural da Indústria de Transformação, divulgada nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).
De acordo com o levantamento, as avaliações dos empresários industriais sobre a situação atual dos negócios revelam um quadro mais favorável este ano do que o registrado no mês de julho do ano passado.
Presente: estoques e demanda
A pesquisa apurou que para 12% dos empresários o nível da demanda por produtos industriais é forte, enquanto 24% das empresas o avaliam como fraco.
Já o nível de estoques foi considerado insuficiente por 2% e excessivo por 13% das empresas, enquanto, no mesmo período de 2005, a parcela que considerava o estoque insuficiente era de 1% e a que o avaliava como excessivo era de 16%.
Em relação a atual situação dos negócios, 16% dos empresários a classificam como boa, mas para 27% das empresas, a situação ainda é fraca.
Projeções mais otimistas
As previsões para os próximos seis meses são mais otimistas do que as formuladas em julho de 2005 em quase todos os quesitos, com destaque para as perspectivas para o emprego e para os negócios nos próximos seis meses.
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No período compreendido entre julho e setembro, na opinião de 43% das empresas, a procura por produtos industriais aumentará, enquanto 13% preferem esperar por um recuo.
Quanto à produção, segundo 50% das empresas, no terceiro trimestre haverá um aumento, enquanto 14% projetam uma retração.
A indústria e o mercado de trabalho
Para os próximos três meses, a previsão de 25% das empresas é ampliar o contingente de mão-de-obra e, em sentido oposto, 8% dos empresários esperam uma redução.
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Para um horizonte um pouco mais longo (seis meses), as perspectivas também melhoraram em julho. Das 513 empresas consultadas pela FGV, 54% esperam que a situação dos negócios melhore e apenas 11% esperam uma piora.