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14h34: Vale
As ações da Vale (VALE3, -2,17%, R$ 29,32; VALE5, -1,98%, R$ 26,70) que abriram em leve alta nesta sessão, também viraram e passaram a registrar fortes perdas de mais de 2%. No início da sessão, os papéis registravam ganhos na esteira de dados melhores do que o esperado na China, que revelou um superávit comercial em abril acima das expectativas, a US$ 18,46 bilhões, comparado a US$ 7,71 bilhões de março. Entretanto, ajuda a pressionar a informação de que os preços do minério de ferro no mercado à vista da China recuaram ao menor patamar de um ano e meio, com reduzido interesse de compra por parte das siderúrgicas em meio a um aperto de crédito e altos estoques nos portos chineses.
14h30: Petrobras
As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) intensificam as perdas na sessão desta quinta-feira (8) e puxam o Ibovespa para baixo. Neste momento, as ações ON da petrolífera registrando perdas de 3,16% e os ativos PN, queda de 3,44%. Vale ressaltar que os últimos dois meses foram bastante positivos para a companhia, com as ações PN subindo quase 60% no período em meio às expectativas e divulgação de pesquisas sobre a corrida eleitoral. Nesta semana, serão divulgados ainda os números do Datafolha para a disputa.
14h26: Marfrig
As ações da Marfrig (MRFG3) despencam 4,52%, sendo cotadas a R$ 4,44. O desempenho ocorre em meio à notícia de que o Peru impôs embargo temporário de 180 dias à carne bovina brasileira devido a um caso de encefalopatia espongiforme bovina, popularmente conhecida como doença da vaca louca, em uma unidade do frigorífico JBS (JBSS3, +0,38%, R$ 8,03) em Mato Grosso. A informação é do Ministério da Agricultura do Brasil.
14h22 (primeira versão às 10h53): CSU Card System
A CSU Card System (CARD3) vê suas ações dispararem 30,07%, sendo cotadas a R$ 1,99, depois de terem atingido no patamar máximo do dia cotação de R$ 2,08, o que representa valorização de 35,95%. Os papéis refletem a divulgação do resultado do primeiro trimestre.
A empresa registrou lucro líquido de R$ 1,4 milhão entre os meses de janeiro e março deste ano, com expressiva recuperação em relação ao resultado líquido do mesmo período de 2013, quando apresentou prejuízo líquido de R$ 3,5 milhões. Segundo a empresa, o número foi impactado positivamente pelo benefício fiscal concedido em função do desenvolvimento de atividades de pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica. No ano passado, o benefício impactou positivamente o lucro líquido do quarto trimestre em R$ 700 mil.
Segundo a empresa, enquanto o ano de 2013 foi marcado pelo desenvolvimento e lançamento dos três novos negócios – OPTe+, CSU.ITS e C360 -, o ano de 2014 será marcado pela implantação de clientes e geração de receita dos novos negócios e consequente contribuição aos resultados da CSU. Para a companhia, o crescimento das unidades CSU CardSystem e CSU Contact associado à maturação dos novos negócios será capaz de gerar um resultado operacional expressivo no ano, contribuindo para o aumento da lucratividade da CSU em 2014.
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13h38: Locamerica
A Locamerica (LCAM3) vê suas ações subirem 9,79%, cotada a R$ 3,14, após divulgar seu resultado. A companhia registrou queda de 47,9% em seu lucro trimestral, que atingiu R$ 4,9 milhões. Enquanto isso, sua receita líquida de locação ficou em R$ 84,3 milhões, leve avanço de 2,7% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Segundo os analistas Mário Bernardes e Gabriela Cortez, do BB Investimentos, o balanço mostrou que a companhia está trilhando um bom caminho para recuperação de suas margens operacionais. Entre os pontos positivos do resultado, eles apontaram a alta de 6,8% da frota alugada, a manutenção da política de redução de estoques e o aumento da eficiência operacional, em razão do programa de retenção de custos e despesas.
13h30 (1ª versão às 10h20): Magazine Luiza
As ações da Magazine Luiza (MGLU3) dispararam 11,79% neste pregão, sendo cotadas R$ 8,72, após divulgação do resultado do primeiro trimestre. Os papéis da rede de varejo ainda estão em leilão de abertura, mas indicam um preço teórico de R$ 8,55, o que configura uma valorização de 9,52% em relação ao fechamento da última quarta-feira.
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Segundo a XP Investimentos, o resultado da empresa foi positivo, devido ao forte crescimento de vendas no segmento “mesmas lojas” elevado, diferente da maioria do mercado, melhora na margem Ebitda (Ebitda/Receita Líquida), com corte de custos (racionalização das despesas). Para os analistas, os números deixam em evidência que a empresa está ganhando market share e apresentou forte crescimento de share no trimestre, diferentemente da Via Varejo (VVAR11), que apresentou crescimento bem abaixo da Magazine Luiza, até por conta de gastos com propaganda.
No primeiro trimestre, a Magazine Luiza teve alta de mais de 25 vezes em seu lucro líquido, que passou de R$ 800 mil para R$ 20,5 milhões, impulsionado pelo bom desempenho das vendas e da operação da financeira Luizacred. O resultado foi o melhor para um primeiro trimestre na história da companhia, e não sofreu efeitos extraordinários. As vendas nas mesmas lojas (abertas há mais de 12 meses) subiram 25,4%, sendo uma evolução de 22,3% nas lojas físicas e de 44% do comércio eletrônico. “As campanhas promocionais e estratégias comerciais mostraram-se acertadas, resultando em importantes ganhos de participação de mercado neste início de ano, com destaque para a linha de telefonia”, disse a empresa.
11h09: AES Tietê
As ações da AES Tietê (GETI4) registram queda de 2,16%, a R$ 17,70, apesar do resultado do primeiro trimestre ter sido considerado bom pelos analistas da XP Investimentos e Planner Corretora. Eles destacaram como positivo a receita, Ebitda (Lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) e lucro do primeiro trimestre, que vieram acima do esperado.
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Embora os números tenham vindo bons, os analistas da XP fazem uma ressalva de que, dado que o resultado do primeiro trimestre foi marcado pelo resultado da estratégia de sazonalidade de energia adotada pela companhia, que possibilitou ganhos no mercado de curto prazo de R$ 372,9 milhões acima do registrado em 2013, isso pode afetar a companhia ao longo do ano. A própria AES comenta que o rebaixamento da garantia física aliado ao fato da empresa estar 100% contratada, expõe a companhia a compra aproximada de 800 GWh a 1.000 GWh de energia no mercado de curto prazo para cobrir esta exposição. Dado tal previsão, a XP vê um impacto negativo líquido em 2014 de R$ 350 milhões a R$ 500 milhões.
10h56: ALL
As ações da ALL (ALLL3) operam em queda nesta manhã. Neste momento, os papéis registravam desvalorização de 1,48%, a R$ 8,64. A empresa realiza hoje, em Curitiba (PR), assembleia geral extraordinária com seus acionistas para votar sobre a fusão com a Rumo – braço de logística do grupo Cosan (CSAN3, -1,49%, R$ 38,35). Além da incorporação, os acionistas votarão também sobre o cancelamento das ações de emissão da companhia mantidas em tesouraria, com consequente alteração no Estatuto Social da empresa, sem redução do capital social.
10h49: Telefônica Brasil
As ações da Telefônica Brasil (VIVT4) caem 1,61%, a R$ 46,32, refletindo o resultado do primeiro trimestre. Segundo a XP Investimentos, os números foram neutros, dentro da expectativa do mercado.
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O lucro da empresa registrou uma queda de 18,4% na comparação anual, atingindo um resultado de R$ 660,8 milhões. Enquanto isso, a receita operacional líquida somou R$ 8,611 bilhões, leve alta de 0,7% na base de comparação anual.
Já o Ebitda da companhia teve uma baixa de 6,7%, passando de R$ 2,74 bilhões para R$ 2,56 bilhões. A margem Ebitda, por sua vez, registrou uma queda de 2,4 pontos percentuais, para 29,8%.
Em relatório de resultados, a companhia destacou a crescente melhora no portfólio de clientes, sendo 31,7% da base de acessos no segmento pós-pago, alta de 1,1 ponto percentual frente aos últimos três meses de 2013. Dos clientes individuais pós-pagos puros, 75,6% dos clientes possuem smartphones ou smartlites, destacou.
10h32: Anhanguera e Kroton
As ações da Anhanguera (AEDU3) e Kroton (KROT3) sobem 1,99% e 1,72%, respectivamente, nesta manhã, sendo cotadas a R$ 15,40 e R$ 54,99. As empresas, que tentam formar a maior empresa de educação privada do Brasil e uma das maiores do mundo, anunciaram ontem uma mudança de relação de troca proposta para união das companhias, reduzindo o valor atribuído à Anhanguera na operação.
Elas esperam concluir a associação no fim de junho, depois do julgamento do negócio pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), o que acreditam que ocorrerá em 14 ou 28 de maio, disseram executivos.
Segundo fato relevante, a nova relação de troca negociada entre ambas é de 0,30970293 ação da Kroton por 1 ação da Anhanguera. Quando anunciaram o plano de fusão, em abril de 2013, a relação de troca apresentada era de 1,36428904 ação da Kroton por papel da Anhanguera.
Já havia rumores de que a relação de troca seria modificada, diante da diferença expressiva no desempenho das ações das empresas desde abril do ano passado.
10h26: Ecorodovias
As ações da Ecorodovias (ECOR3) lideram os ganhos do Ibovespa nesta sessão, com valorização de 2,46%, sendo cotadas a R$ 14,15. A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) aprovou o início da cobrança de pedágio da concessionária ECO101, da Ecorodovias, a partir de 18 de maio, segundo resolução no Diário Oficial desta quinta-feira. A data apresenta um atraso em relação à previsão da empresa do início da cobrança em 10 de maio.
Em teleconferência realizada na véspera, executivos da empresa afirmaram que, com o pedágio no trecho BR-101, administrado pela ECO101, as margens do segmento rodoviário da empresa devem apresentar contínua melhora.
10h05: Eletropaulo
As ações da Eletropaulo (ELPL4) caem 2,65% nesta manhã, a R$ 9,20, depois da empresa reportar um fraco resultado no primeiro trimestre, segundo análise da XP Investimentos. A distribuidora de energia teve um prejuízo líquido de R$ 183,5 milhões no primeiro trimestre, prejudicada por aumento com gastos com compra de energia que somaram R$ 1,68 bilhão no período.
No período, os gastos com energia comprada para revenda tiveram um aumento de 17,3% ante o mesmo período de 2013, já que houve elevação de 13,7% no preço da energia comprada e de 5,9 por cento nos volumes adquiridos. A despesa com energia foi em parte compensada por recursos repassados via Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) no montante de R$ 742,6 milhões.
(Com Reuters)