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15h45: Petrobras
As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) avançam mais de 1% nesta tarde. Os papéis ordinários da petroleira subiam 1,72%, a R$ 15,93, enquanto os preferenciais registravam alta de 1,69%, a R$ 16,88. Para esta semana está prevista a divulgação da pesquisa eleitoral do Datafolha, o que já pode estar movimentando o mercado. Nas últimas pesquisas, uma queda na intenção de voto na atual presidente Dilma Rousseff era interpretada como algo positivo pelo mercado.
15h28: BRF
As ações da BRF (BRFS3) sobem 2,86%, a R$ 50,30, após um relatório do Goldman Sachs. O banco de investimentos elevou a recomendação dos papéis da empresa de neutra para compra.
Na máxima do dia, os papéis da empresa atingiram alta de 5,73%, a R$ 51,70. Entretanto, especula-se que essa arrancada foi por conta de uma ordem errada. É impossível determinar se houve foi um “dedo gordo” (quando um investidor coloca uma ordem acima do que deveria por erro de digitação) ou se algum robô disparou essas ordens de compra, mas precisamente às 12h42 (horário de Brasília) mais de sessenta ordens foram lançadas pelo Citigroup, com preços variando entre R$ 50,32 até R$ 51,70, o que provocou um leilão de oito minutos na BM&FBovespa. Após esse leilão, os papéis voltaram a ser operados no preço anterior, próximos a R$ 50,35.
15h26: Siderúrgicas
As ações das siderúrgicas operam em alta nesta sessão apesar dos preços dos contratos futuros de aço terem atingido a mínima recorde na China, aliado ao resultado do PMI industrial chinês, divulgado pelo HSBC hoje, que melhorou em maio, mas ainda sinaliza retração do setor.
Neste momento, os papéis da Gerdau (GGBR4), Gerdau Metalúrgica (GOAU4), CSN (CSNA3) subiam 2,30%, 1,94%, 0,46%, respectivamente, a R$ 13,79, R$ 16,82 e R$ 8,76. A exceção era Usiminas (USIM5), que recuava 1,13%, a R$ 7,86, mas que também chegou a avançar 0,88%, a R$ 8,02, na máxima do dia.
14h02: Marfrig
Ação campeã do mês de maio no Ibovespa, e ainda a maior alta da última semana, a Marfrig (MRFG3) volta a registrar fortes ganhos nesta sessão, subindo 4,61% e atingindo R$ 5,45, seu maior patamar desde outubro de 2010. Nos últimos 7 pregões, os ganhos da companhia chegam a 9%, enquanto no acumulado anual, os papéis MRFG3 têm valorização de 35,75%.
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11h31: Vale
A Vale (VALE3; VALE5) reverte os fortes ganhos da véspera e passa a cair nesta sessão. As ações ordinárias da mineradora recuam 1,34%, a R$ 28,75, enquanto as preferenciais registram perdas de 1,22%, a R$ 25,86. A Bradespar (BRAP4, -0,99%, R$ 18,99), holding que detém participação na mineradora, acompanhava o movimento.
Ontem, o mercado repercutiu os números oficiais da atividade industrial da China, que mostrou que o PMI (Índice Gerente de Compras) de maio subiu para 50,8, ante 50,4 em abril, segundo dados da Agência Nacional de Estatísticas, superando as estimativas do mercado. Já hoje os investidores reagem aos dados do PMI divulgados pelo HSBC. Na leitura desta terça-feira, o indicador passou para 49,4, abaixo da leitura preliminar de 49,7, ainda uma contração, mas maior do que o número de abril de 48,1.
10h53: Elétricas
As ações do setor elétrico aparecem entre os maiores ganhos do Ibovespa nesta sessão. Os papéis da Energias do Brasil (ENBR3) lideram a alta do índice, com valorização de 2,07%, a R$ 9,36. Cesp (CESP6, +1,26%, R$ 27,25), Tractebel (TBLE3, +1,16%, R$ 33,95) e Eletropaulo (ELPL4, +1,13%, R$ 8,96) aparecem um pouco atrás um altas superiores a 1%.
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10h41: Fibria e Suzano
Depois de dispararem na véspera com a arrancada do dólar frente ao real, as ações da Fibria (FIBR3) e Suzano (SUZB5) caem hoje com o movimento oposto do câmbio. Neste horário, os papéis das empresas do setor de papel e celulose recuavam 2,28% e 1,31%, respectivamente, a R$ 21,82 e R$ 8,28. O dólar operava em queda de 0,64%, sendo cotado a R$ 2,262 na compra e R$ 2,264 na venda. Como as empresas têm perfil exportador, uma desvalorização da moeda americana traz pressão para suas receitas.
Ontem, as ações Fibria e Suzano saltaram 5,58% e 3,97%, nesta ordem, quando o dólar atingiu sua maior alta em quase seis meses.
10h27: MRV
Do lado positivo do Ibovespa, aparecem as ações da MRV Engenharia (MRVE3), que sobem 2,97%, a R$ 7,28. Além do anúncio de um programa de ações, o Credit Suisse reiterou recomendação overperform (desempenho acima da média) para os papéis da construtora, mostrando clara preferência pelo setor de baixa renda. Embora tenham reduzido o preço-alvo para R$ 29, os analistas ainda veem um potencial de valorização de 27% das ações da MRV para o final do ano.
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Os analistas ainda revisaram a recomendação para Direcional (DIRR3), de neutra para overperform, com preço-alvo de R$ 13,50. Hoje, as ações da empresa sobem 1,47%, a R$ 11,04.
Em relação ao anúncio da MRV, a empresa vai desembolsar R$ 140 milhões para recomprar 20 milhões de ações de emissão própria, o equivalente a 6,8% dos papéis em circulação no mercado. O programa começa hoje e terá validade de um ano, conforme comunicado feito ontem à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
10h17: JBS
As ações da JBS (JBSS3) lideram as perdas do Ibovespa nesta sessão, com desvalorização de 3,65%, a R$ 7,40. O desempenho ocorre depois da Pilgrim’s Pride, divisão da JBS nos Estados Unidos para aves, ter confirmado uma proposta revisada para adquirir a Hillshire Brands a US$ 55 por ação em dinheiro, informou a Reuters. A transação é avaliada em US$ 7,7 bilhões e representa aumento de US$ 1,3 bilhão ante a oferta inicial, equivalente a US$ 45 por ação.
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A oferta foi elevada depois que a processadora de carne Tyson Foods entrou na briga para a compra da Hillshire. Na semana passada, a empresa ofereceu US$ 6,13 bilhões, ou US$ 50 por ação, para a aquisição. Nos Estados Unidos, as ações da Hillshire Brands disparavam no mesmo horário 8,46%, a US$ 58,10.
Segundo a XP Investimentos, a notícia é negativa pois não se sabe ainda até onde pode terminar essa briga. Para os analistas, o valor é elevado e a briga pelo ativo é ruim para a JBS, mesmo considerando as sinergias.