TEMPO REAL: Petrobras quebra 3ª alta e cai mais de 1% e Marisa dispara com rumor

Confira a atualização dos principais destaques da Bovespa nesta quinta-feira

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10h56: Petrobras (PETR3, R$ 18,81, -1,21%; PETR4, R$ 20,20, -0,54%)
Depois de subirem mais de 1% na abertura, as ações da Petrobras perderam força e operam entre poucos ganhos e perdas. No radar da empresa, o mercado aguarda divulgação de pesquisa Ibope, enquanto aumentam expectativas sobre reajuste. É esperado que hoje à noite que o Jornal Nacional divulgue pesquisa de intenção de votos entre os presidenciáveis. 

Além disso, segundo reportagem do Valor, o núcleo do governo e da campanha para reeleição da presidente Dilma Rousseff discute iniciativas que poderiam ser antecipadas pela candidata como informar que haverá reajuste do preço da gasolina, que deve ficar provavelmente para depois do segundo turno da eleição, e que o governo, portanto, não pretende “quebrar” a Petrobras.  

11h42: Braskem (BRKM5, R$ 14,48, -0,75%)
As ações Braskem caem neste pregão, após a empresa suspender temporariamente a produção no polo petroquímico na Região do ABC, em São Paulo, se o preço da nafta fornecida pela Petrobras for reajustado a partir do próximo mês, segundo informações do jornal Valor Econômico.

O impasse nas negociações se refere ao aumento de 5% a 7% nos valores do contrato de fornecimento de nafta com a estatal. Em nota, a Braskem informou que “está empenhada em encontrar uma solução com a Petrobras relativa ao contrato de fornecimento de nafta petroquímica e continua trabalhando para que as negociações sigam na direção de um resultado positivo que garanta a competitividade da indústria petroquímica brasileira”.

Além disso, a empresa divulgou o resultado do segundo trimestre nesta quinta-feira, no qual apresentou um lucro líquido de R$ 124 milhões no segundo trimestre de 2014, revertendo o prejuízo de R$ 125 milhões visto no mesmo período do ano anterior, conforme mostra o resultado divulgado nesta manhã.

Segundo a empresa, a melhora no lucro líquido da empresa se deve em função do melhor desempenho operacional e pela alienação de ativos não estratégicos. Além disso, a empresa mostrou uma diminuição de 40% nas despesas operacionais líquidas.

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11h30: Ultrapar (UGPA3, R$ 52,84, +2,78%)
A Ultrapar informou o mercado que sua receita registrada no segundo trimestre de 2014 foi de R$ 16,67 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 10% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Já o lucro líquido ficou em R$ 301,4 milhões no segundo trimestre – alta de 6%.

Segundo a XP Investimentos, o resultado veio em linha com as expectativas do mercado, sem grandes surpresas. Na parte positiva, destaque para o volume de vendas na parte da Ipiranga.

Após o bom desempenho nos dados do segundo trimestre, o BTG Pactual aumentou o preço-alvo das ações da Ultrapar para R$ 58,50, ante R$ 55,00, mas manteve recomendação neutra. Além disso, o banco aumentou sua projeção em 10% para o lucro sobre ação da empresa até 2016 e disse que a projeção de crescimento para o Ebitda da Ultrapar, atualmente em 9%, está abaixo do guidance da companhia, de 15%.

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10h40: Cielo (CIEL3, R$ 41,75,+1,83%)
As ações da Cielo buscam recuperação nesta quinta-feira depois da forte queda da véspera. O plenário do Senado aprovou ontem projeto que libera aos comerciantes a venda a preços diferentes para o mesmo produto no caso de pagamento a ser feito à vista ou no cartão de crédito. A questão ainda será analisada pela Câmara dos Deputados.

“Mesmo com decisão desfavorável para as instituições adquirentes, continuamos convictos a respeito da qualidade e perspectivas do segmento (de cartões)”, comentou hoje a XP Investimentos. Os analistas reiteraram preferência para obter ganhos no curto/médio e longo prazo via exposição nas ações da Cielo.   

10h30: Positivo (POSI3, R$ 2,03, +4,10%)
A Positivo apresentou um lucro líquido de R$ 3,3 milhões no segundo trimestre de 2014, revertendo o prejuízo de R$ 8,1 milhões no mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, a empresa de tecnologia viu uma diminuição de 3,4% em sua receita líquida, em comparação ao segundo trimestre de 2013. De abril a junho deste ano, a companhia reportou uma receita de R$ 579,2 milhões, ante R$ 631,9 milhões. 

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Já o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa foi de R$ 35,2 milhões, um aumento de 86,7% em comparação ao segundo trimestre de 2013, enquanto a Margem Ebitda (Ebitda/Receita Líquida) da companhia foi de 3%, o que resulta em um incremento de 3,1 pontos percentuais, ante mesmo período.

10h25: Lojas Marisa (AMAR3, R$ 17,27, +6,74%)
As ações da Lojas Marisa voltam a disparar hoje em meio à notícia de que a empresa não está sendo cobiçada apenas pela Lojas Renner (LREN3, R$ 70,70, -0,28%). Segundo O Estado de S. Paulo, o grupo BTG Pactual (BBTG11, R$ 36,25, +0,06%), de André Esteves, estaria interessado em se juntar a Leader, um de seus maiores investimentos de private equity, com a rede da família Goldfarb. 

10h16: Eletropaulo (ELPL4, R$ 10,15, -0,78%)
A Eletropaulo aparece como uma das maiores quedas do Ibovespa nesta sessão depois de divulgação do resultado do segundo trimestre. A companhia registrou receita líquida de R$ 2,202 bilhões no período, crescimento de 2,6% na comparação com o mesmo trimestre de 2013. Por sua vez, a empresa reverteu lucro líquido de R$ 245,3 milhões em prejuízo de R$ 354,4 milhões no período.

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Segundo a XP Investimentos, o resultado operacional da Eletropaulo foi fraco e abaixo das estimativas do mercado. Os custos e despesas operacionais da companhia apresentaram um aumento de 64,7%, corroborando para o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) negativo reportado, em função do aumento do custo de compra com energia e pela devolução de R$ 181,5 milhões referente à amortização do passivo regulatório formado com a postergação, pela Aneel, da 3 RTP. Já as despesas com compra de energia elétrica para revenda aumentaram em 94,3%, em função de uma maior exposição involuntária ao mercado de curto prazo e ao aumento nos custos com os leilões, por conta da elevação do preço médio, sendo parcialmente compensada pelos aportes da Conta-ACR de abril.