TEMPO REAL: Lupatech cai mais de 10%; Petrobras sobe com recomendação

Acompanhe a atualização dos principais destaques da Bolsa nesta sexta-feira

Foto: Bloomberg
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10h49: Usiminas (USIM5, R$ 8,03, +2,29%)
As ações da Usiminas lideram os ganhos do Ibovespa nesta manhã, deixando seis pregões de queda para trás. Ontem, a siderúrgica reportou seus dados do segundo trimestre, que não foi bem visto pelo mercado. A companhia registrou receita líquida de R$ 3,106 bilhões no segundo trimestre, queda de 4,3% na comparação anual, e lucro líquido de R$ 129 milhões, frente prejuízo de R$ 22 milhões no mesmo período do ano passado. 

10h37: Lupatech (LUPA3, R$ 0,50, -12,28%)
Logo após a disparada de mais de 100% em dois dias, as ações da Lupatech caem mais de 10% nesta sexta-feira. Em entrevista ao InfoMoney, Diego Arruda e Antonio Bueno, sócios e gestores da Ujay Capital, explicaram porque aumentaram ainda mais a posição vendida nas ações logo após essa forte alta, por acreditar que o aumento de capital aprovado na terça-feira não salvará a companhia. “Trabalhamos internamente com um alvo de R$0,02 para LUPA3, cotação essa que dá a empresa o valor de mercado próximo ao que vinha sendo negociado antes da diluição de 97% decorrente do aumento de capital”, cravam os gestores (leia a entrevista inteira clicando aqui).

10h35: Fleury (FLRY3, R$ 16,93, +2,30%)
As ações do Fleury abrem o pregão em alta, reagindo aos rumores de que a Gávea Investimentos estaria interessada em comprar a empresa de diagnósticos. A gestora do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, está prestes a anunciar que ganhou uma parceira de peso para arrematar a transação. De acordo com fontes com conhecimento no assunto, a empresa se juntaria ao Goldman Sachs para fazer a aquisição.

Além do Goldman Sachs, o Abu Dhabi Investment Authority também estaria considerando se unir à Gávea para realizar a compra do Fleury. Caso a integração se consolide, os dois investidores passariam a fazer parte de uma negociação que mexeu com o mercados nos últimos seis meses. O Fleury, que tem valor de mercado de cerca de R$ 2,6 bilhões (US$ 1,2 bilhão), comunicou em março que estava negociando com a gestora de investimentos.

10h23: Grendene (GRND3, R$ 13,77, +0,81%)
As ações da Grendene inciam com leve alta, após a empresa divulgar o balanço operacional do 2º trimestre. A empresa registrou lucro líquido de R$ 72,4 milhões no segundo trimestre de 2014, um crescimento de 9,4% ante o mesmo período de 2013. Nos primeiros seis meses do ano, o lucro somou R$ 168,9 milhões, estável na comparação anual.

O Ebitda recuou 21,4% de abril a junho, para R$ 50,6 milhões, com margem Ebitda de 12,7%, 3,4 pontos porcentuais abaixo de igual intervalo de 2013. No primeiro semestre, o Ebitda somou R$ 133,6 milhões, queda de 17,7%, com margem de 15,0% ante 18,3% de janeiro a junho do ano passado.

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Enquanto isso, a receita líquida da companhia foi de R$ 397,0 milhões no segundo trimestre deste ano, com pequena queda de 1,0% ante o mesmo intervalo do ano passado, e no semestre atingiu R$ 890,8 milhões, ligeira alta de 0,4%.

10h15: Cia Hering (HGTX3, R$ 20,89, +1,41%) 
As ações da Cia Hering contrariam a percepção negativa do mercado sobre o resultado e sobe nesta sessão. Apesar do resultado fraco, analistas do Santander comentaram que o programa de recompra de ações, que a companhia anunciou em conjunto com o balanço, pode ser um bom sinal, indicando que a empresa espera por melhoras nos próximos trimestres. 

Diante de um ambiente incerto e um calendário prejudicado pela Copa do Mundo, a empresa apresentou um recuo anual de 16,5% no lucro líquido no segundo trimestre de 2014, para R$ 74,2 milhões. Analistas consultados pela Reuters estimavam um lucro líquido de R$ 78 milhões. Segundo o Itaú BBA, o resultado da varejista foi fraco em função das vendas e margens. Para os analistas, o foco da empresa agora será na capacidade de reativar o crescimento.

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10h10: Petrobras (PETR3, +0,68%, R$ 19,14; PETR4, +0,20%, R$ 20,35)
As ações da Petrobras sobem em meio à elevação para overweight (desempenho acima da média), equivalente a compra, de sua recomendação pelo Barclays. A decisão da instituição financeira foi determinada pelas perspetivas em relação ao processo eleitoral, visto que as intenções de voto da presidente Dilma Rousseff caíram ligeiramente no levantamentos mais recentes.