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15h53: ALL
As ações da ALL (ALLL3) sobem 3,32%, a R$ 8,72, liderando os ganhos do Ibovespa. P papel dá continuidade ao movimento da véspera, quando fecharam com valorização de 1,44%. O JP Morgan elevou a recomendação para a ação, de neutra para overweight (acima da média do mercado), tendo em vista as sinergias iniciais da fusão com a Rumo.
15h43: Rossi
As ações da Rossi (RSID3) despencam 6,51% nesta sessão, sendo cotadas a R$ 1,58, devolvendo os ganhos dos últimos dois pregões. Na mínima do dia, os papéis da imobiliária chegaram a cair 7,69%, a R$ 1,56.
Nesta manhã, a empresa informou que os acionistas minoritários, representados pela Vinci Equities Gestora de Recursos, anunciaram a indicação de Luis Oliveira Perego para a integrar o quadro de candidatos na eleição para o conselho de administração da empresa. A reunião para eleição dos membros do conselho será realizada no próximo dia 28, segunda-feira.
14h35: Elétricas
As ações de companhias elétricas acentuam as perdas na sessão, com destaque para os papéis da Eletrobras (ELET3, R$ 7,56, -4,06%; ELET6, R$ 12,11, -1,38%) e Light (LIGT3, R$ 17,01, -4,07%). O setor vem sendo pressionado em meio às expectativas de que um racionamento está cada vez mais perto de ocorrer.
Vale ressaltar que a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) assinou nesta sexta-feira com um sindicato de 10 bancos contrato de empréstimo para ajudar as distribuidoras de energia, que estão tendo fortes gastos relacionados a energia mais cara no curto prazo. O financiamento de R$ 11,2 bilhões tem custo de CDI mais 1,9% ao ano, e será quitado até outubro de 2017.
12h51: Petrobras
As ações da Petrobras (PETR3, -2,49%, R$ 14,91; PETR4, -2,23%, R$ 15,77) caem mais de 2% nesta sessão. Destaque para uma reunião do conselho da estatal, que teve início às 10h (horário de Brasília), e que contará com a presença do ministro da Fazenda e presidente do conselho da estatal, Guido Mantega. Segundo a XP Investimentos, embora a pauta da reunião não tenha sido divulgada, vale monitorar até por conta de toda a turbulência relacionada a irregularidades com as refinarias, como a de Pasadena.
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Além disso, a estatal vai realizar hoje o pagamento da primeira e única parcela de remuneração aos acionistas referente ao exercício de 2013. Os pagamentos serão efetuados sob a forma de juros sobre o capital próprio, com base na posição acionária de 2 de abril. O valor a ser pago será corrigido pela Selic até hoje, alcançando-se o valor de R$ 0,53808 por ação ordinária e R$ 0,99757 por ação preferencial.
11h25: HRT
As ações da HRT (HRTP3) despencam 7,23%, a R$ 0,77, após empresa ficar sem acordo de compra de 30% do campo de Polvo, na Bacia de Campos (RJ). A parceria era tida como natural para a empresa, já que a BW Offshore é dona da plataforma de petróleo que atualmente opera a área.
A informação veio após notícia veiculada no Valor na véspera apontar que a BWO havia cancelado a compra de fatia no campo. Segundo o esclarecimento da HRT, como houve vencimento da LOI (protocolo de intenção não vinculante) sem que um acordo fosse fechado, não houve comunicado ao mercado sobre o assunto. Apesar de ter cancelado a compra, a HRT afirma que o contrato da BWO como operadora do FPSO Polvo tem validade até o terceiro trimestre de 2015, com opção de renovação até o terceiro trimestre de 2022.
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11h12: JSL
As ações da JSL (JSLG3) registram forte queda de 3,61%, a R$ 12,81, depois da divulgação de resultado do primeiro trimestre. A empresa de logística apontou queda de 59,6% em seu lucro líquido no primeiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado, devido ao aumento de custos com contratos ainda pré-operacionais, informou a empresa na madrugada desta sexta-feira.
O lucro líquido foi de R$ 11,8 milhões ante R$ 29,1 milhões entre janeiro e março do ano passado. “Com a implantação de novas operações, muitas vezes há custos pré-operacionais antes de vir receita, como treinamento para capacitação de pessoas, isso contamina o resultado”, disse o presidente-executivo Fernando Simões, citando como exemplo a abertura de três novas concessionárias no primeiro trimestre.
11h04: JB Duarte
Após empresa dizer na véspera que desconhecia a razão da alta de mais de 100% das ações em três pregões, a JB Duarte (JBDU4) vê suas ações caírem 12,50%, sendo cotadas a R$ 0,21. Do fechamento do dia 16 de abril até 23 de abril, a empresa viu sua ação saltar de R$ 0,21 para R$ 0,25.
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A reversão começou ontem, quando o papel caiu 4,0% depois que a empresa, em resposta ao questionamento da BM&FBovespa, disse que desconhecia o motivo da alta das ações. “Quanto ao aumento do número de negócios e do valor das cotações, não é de nosso conhecimento qualquer informação que já não tenha sido divulgada de forma oficial ao mercado”, informou a empresa.
Embora não tenha nenhum comunicado novo, a empresa disse entender que a oscilação das ações pode estar representando um movimento de correção já que neste ano a ação da companhia registra queda de 11,54%. Nesta sessão, as ações da JB Duarte registravam às 16h27 (horário de Brasília) queda de 8,0%, a R$ 0,23.
10h48: Eneva
As ações da Eneva (ENEV3) voltam a cair forte nesta sessão, registrando neste momento perdas de 4,44%, a R$ 1,29. Essa é a quinta queda consecutiva, acumulando no período desvalorização de 18,7%. No ano, o recuo já bate 57%.
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Segundo uma reportagem da Bloomberg, dois anos após associar-se a Eike Batista para criar a maior companhia de energia não estatal, a empresa alemã E.ON pode ter que precisar bombear mais dinheiro no empreendimento sem a ajuda do ex-bilionário. De acordo com a publicação, a gestão liderada por Fábio Bicudo, ex-diretor da unidade brasileira de investment bank do Goldman Sachs Group Inc., está agora em negociações com os acionistas, incluindo os controladores EON e Batista – que tem uma participação de 23,9% -, para reforçar as finanças da Eneva.
10h30: Grendene
As ações da Grendene (GRND3) recuam 2,17% nesta sessão, a R$ 13,98, refletindo o balanço do primeiro trimestre. A empresa reportou um leve crescimento 1,6% em sua receita, que atingiu R$ 493,8 milhões, enquanto o lucro atingiu de R$ 96,5 milhões entre os meses de janeiro e março, queda de 5,7% em relação a um ano antes.
Segundo a XP, a empresa reportou um resultado fraco, mas que já era esperado pelo mercado dado as perspectivas traçadas quando em teleconferência sobre os números do quarto trimestre, onde a companhia já sinaliza um ano difícil. Para os analistas, preocupa o fato de que o ano de 2014 ainda deve se mostrar bastante desafiador e no qual deve-se esperar pela manutenção ou possível piora das margens de acordo com os volumes reagindo a uma demanda fraca e aumento de preços.
10h25: Vale
As ações da Vale (VALE3, -0,71%, R$ 30,57; VALE5, -0,78%, R$ 27,93) recuam nesta sessão, apesar da boa notícia da véspera para a empresa que levou a forte dos papéis na última quinta-feira. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu ontem a favor da Vale no processo que discute a tributação do lucro de controladas da companhia no exterior. A decisão é um precedente favorável para outras companhias na mesma situação, porém, cabe recurso. Na sessão desta quinta-feira, por maioria dos votos, a 1ª Turma afastou a incidência de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) sobre o lucro de controladas da Vale na Bélgica, Dinamarca e Luxemburgo. O Brasil possui tratados para evitar a bitributação com os três países.
Segundo a XP, a notícia é boa e pode fazer preço no curto prazo, entretanto, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional já se pronunciou dizendo que, quando intimada da publicação do acórdão, analisará recursos cabíveis pelo próprio STJ ou pelo STF, logo cabe recurso e haverá mais novidades a respeito no futuro próximo.
10h16: Cia Hering
As ações da Cia Hering (HGTX3) registram queda de 2,98% nesta sessão, a R$ 24,06, figurando entre as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira, em meio a divulgação de resultado fraco no primeiro trimestre. A empresa viu seu lucro líquido recuar 6,9% no primeiro trimestre, fechando em R$ 64,6 milhões, resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado. Enquanto isso, a receita líquida teve leve alta de 3,9% no período, para R$ 394,4 milhões.
Segundo a XP Investimentos, a empresa mostrou uma “impressionante” queda nas vendas no quesito “mesmas lojas” de 4,1%, contra projeções de recuo na casa de 2%. Para os analistas, o cenário permanecerá bastante desafiador para todo o ano, sendo um dos motivos que não terem recomendação no setor de varejo, principalmente de vestuário.