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16h03: Oi cai forte
A ação da Oi (OIBR4) registra a maior baixa do Ibovespa, com perdas de 4,33%, a R$ 3,09 e, assim, registra a sua cotação mínima desde 2001. Porém, vale ressaltar que, naquela época, as ações da Oi eram negociadas através dos papéis da Brasil Telecom e Telemar, antes da reestruturação. Os papéis OIBR3 e OIBR4 só começaram a ser negociados no começo de 2012.
Na última semana, as ações da Oi registraram uma forte queda após a decisão da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de que os controladores da Oi poderiam votar na assembleia que examinará o valor dos ativos da Portugal Telecom a serem aportados no aumento de capital da empresa brasileira. A autarquia também manteve a data da assembleia que discutirá o tema, marcada para amanhã. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou o plano de fusão da Oi com a Portugal Telecom mesmo após protesto de minoritário.
Contudo, a CVM suspendeu na noite de quinta-feira, por 30 dias, a oferta primária de ações da companhia, por conta de declarações do presidente da Oi, Zeinal Bava, à imprensa sobre a oferta. A empresa disse, em fato relevante, que vai enviar à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o mais rápido possível, os esclarecimentos para retomar sua oferta pública de ações.
14h40: Bancos
Os bancos seguem como uma das maiores altas do Ibovespa. Destaque para as ações do Itaú Unibanco (ITUB4), que sobem 1,96%, a R$ 33,89, seu maior patamar desde novembro de 2010. Com isso, os papéis acumulam ganhos de 15% nas duas últimas semanas. Seguindo o movimento de alta, as ações do Santander (SANB11, R$ 12,52, +3,30%) e do Bradesco (BBDC3, R$ 33,50, +0,84%; BBDC4, R$ 31,12, +1,37%) também avançam.
14h04 (1ª versão às 11h01): Vale
As ações da Vale (VALE3, +1,58%, R$ 31,50; VALE5, +1,80%, R$ 28,31) sobem mais de 1%, dando continuidade ao movimento positivo das duas últimas semanas. Na última sexta-feira, a mineradora informou que propôs o pagamento da primeira parcela de dividendos, no valor de US$ 2,1 bilhões, como já havia sido anunciado em 30 de janeiro. Segundo comunicado, a companhia deve pagar US$ 0,407499945 por ação ordinária ou preferencial. Além disso, notícias positivas da China ajudam a companhia.
O preço do minério de ferro no mercado à vista asiático e os contratos futuros do produto na bolsa de Dalian, na China, atingiram máxima de mais de três semanas nesta segunda, refletindo otimismo de que a demanda por minério e por aço se recupere no país nos próximos dois meses, que costumam ser de maior consumo. O minério com teor de 62% de ferro subiu 4%, para US$ 116,80 por tonelada, segundo dados compilados pelo Steel Index.
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Por outro lado, uma notícia negativa aparece no radar da empresa. Em documento enviado à SEC (Securities and Exchange Comission, a CVM dos Estados Unidos), a Vale reconheceu oficialmente a possibilidade de perder US$ 507 milhões aplicados na compra dos direitos minerários da jazida Simandou, na Guiné. “Se o comitê técnico [criado pelo governo local] recomendar a revogação [do direito minerário] e o governo da Guiné decidir aceitar essa recomendação, a Vale poderá perder todo o seu investimento no projeto de Simandou”, disse a empresa no texto.
12h43: Estatais
Diferente da Petrobras, outras duas estatais continuam seu rali, que já dura mais de duas semanas. A Eletrobras (ELET3, R$ 6,50, +3,17%; ELET6, R$ 10,92, +1,30%) e o Banco do Brasil (BBAS3, R$ 22,65, +1,94%) sobem forte, com a companhia elétrica liderando os ganhos do Ibovespa. Os papéis ordinários da Eletrobras já acumulam ganhos de 30% desde o dia 17 de março, enquanto os preferenciais já subiram 20,27% no mesmo período. Já as ações do Banco do Brasil têm valorização de 21,02% nessas duas semanas.
12h34: Rossi
Com alta de 1,70% nesta sessão, os papéis da Rossi (RSID3) são cotados a R$ 1,79. Com isso, a companhia já acumula ganhos de 8,5% desde a divulgação do resultado, na quinta-feira à noite. A construtora teve lucro líquido de R$ 2,5 milhões entre outubro e dezembro, ante prejuízo de R$ 338,4 milhões um ano antes. Mas o resultado ficou abaixo dos R$ 11,5 milhões esperados por analistas.
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11h01: Vale
As ações da Vale (VALE3, +3,03%, R$ 31,95; VALE5, +2,09%, R$ 28,39) sobem mais de 2% nesta manhã, dando continuidade ao movimento positivo das duas últimas semanas. Na última sexta-feira, a mineradora informou que propôs o pagamento da primeira parcela de dividendos, no valor de US$ 2,1 bilhões, como já havia sido anunciado em 30 de janeiro. Segundo comunicado, a companhia deve pagar US$ 0,407499945 por ação ordinária ou preferencial. O conselho de administração ainda deve aprovar a proposta em reunião marcada para 14 de abril. Caso seja aprovada, o pagamento será efetuado no dia 30 do próximo mês.
Por outro lado, uma notícia negativa aparece no radar da empresa. Em documento enviado à SEC (Securities and Exchange Comission, a CVM dos Estados Unidos), a Vale reconheceu oficialmente a possibilidade de perder US$ 507 milhões aplicados na compra dos direitos minerários da jazida Simandou, na Guiné. “Se o comitê técnico [criado pelo governo local] recomendar a revogação [do direito minerário] e o governo da Guiné decidir aceitar essa recomendação, a Vale poderá perder todo o seu investimento no projeto de Simandou”, disse a empresa no texto.
10h57: Forjas Taurus e BR Insurance
Os papéis da Forjas Taurus (FJTA4) e BR Insurance (BRIN3) despencam nesta manhã, após divulgação dos resultados do quarto trimestre. Neste momento, as ações caíam 12,35% e 22,32%, respectivamente, sendo cotadas a R$ 1,49 e R$ 12,70.
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A Forjas Taurus registrou receita líquida de R$ 156,1 milhões no quarto trimestre, queda de 20% na comparação com o mesmo período de 2012, e prejuízo líquido de R$ 70,2 milhões, frente perdas de R$ 23 milhões anteriormente. De acordo com a XP Investimentos, o resultado foi fraco e influenciado principalmente pelo aumento de concorrência no mercado americano aliado a dificuldade de repasse de aumento de custos. Junto a isso, a empresa segue envolta num denso processo de reestruturação de operações que acarreta entre outras coisas em maiores despesas operacionais no curto prazo e os benefícios tendem a serem sentidos somente no longo prazo, comentaram os analistas.
Já a BR Insurance viu sua receita líquida crescer 12,9% entre os meses de outubro e dezembro de 2013, frente ao mesmo período de 2012, atingindo R$ 257,8 milhões. O resultado, segundo a empresa, foi impactado pelo cancelamento de apólices de seguros que foram descontinuadas pelo segurado após a sua contratação, devido à inexistência de necessidade da cobertura contratada. O lucro líquido contábil atingiu R$ 13,9 milhões no trimestre, queda de 58,5% na mesma base de comparação. O recuo tem como base a elevação das despesas administrativas, provisão para perdas em recebíveis, assim como pelo crescimento de cancelamentos de apólices.
10h47: Sabesp
As ações da Sabesp (SBSP3) lideram os ganhos do Ibovespa, com valorização de 2,77%, sendo cotadas a R$ 21,15. O movimento ocorre após a companhia divulgar seus resultados do quarto trimestre.
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A receita líquida da empresa subiu 4,3% no quarto trimestre de 2013, frente ao mesmo período de 2012, indo para R$ 3,101 bilhões, enquanto o lucro líquido recuou 22,8%, para R$ 590,7 milhões. No entendimento da XP Investimentos, a Sabesp segue apresentando números bons, dentro do possível, dado o reajuste tarifário aplicado à empresa e o imperativo de elevados investimentos que a companhia é exigida a fazer.
10h23: Petrobras
As ações da Petrobras (PETR3, -0,53%, R$ 14,93; PETR4, -0,51%, R$ 15,58) operam no vermelho nesta manhã, em meio a uma série de notícias sobre a empresa. Informações apontam que a empresa pagou US$ 85,14 milhões à Astra Oil em fevereiro de 2007 para garantir à sua então sócia na refinaria de Pasadena um lucro mínimo com o negócio, atendendo à exigência do acordo de acionistas que as duas empresas haviam assinado no ano anterior.
Segundo a XP Investimentos, a Petrobras deverá permanecer no radar durante todo o ano de 2014, continuando citando dois pontos importantes para as ações: reajuste de combustíveis, no intuito de estancar perdas de R$ 5,5 bilhões por trimestre, e cenário macroeconômico, com divulgação de pesquisas eleitorais.