Taxas dos DIs têm altas leves com avanço do petróleo no exterior e eleição no radar

Durante a manhã, o momento foi de alta do petróleo Brent, na esteira da guerra dos EUA e de Israel contra o ​Irã

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SÃO PAULO, ⁠1 Out (Reuters) – As taxas dos ⁠DIs exibiam leves altas nesta manhã de quinta-feira, ‌em meio à alta do petróleo no exterior e ao recuo dos rendimentos de curto prazo dos ‌Treasuries, enquanto no Brasil investidores aguardam a divulgação de nova pesquisa eleitoral.

Às 9h51, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,575%, em alta de 2 pontos-base ante o ajuste de 13,552% ⁠da ‌sessão anterior. Na ponta longa da curva a ⁠termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 14,01%, com avanço de 3 pontos-base ante 13,976%.

A manhã é até o momento de alta do petróleo Brent em Londres, para ​perto dos US$100 o barril, na esteira da guerra dos EUA e de Israel contra o ​Irã.

No mercado de Treasuries, os rendimentos de curto prazo cediam nesta manhã, após dados de inflação e declarações recentes de autoridades do Federal Reserve sugerirem que a instituição pode manter sua taxa de ‌referência na faixa de 3,75% a ​4,00% em outubro. Os rendimentos de longo prazo mostram estabilidade.

Neste cenário, as taxas dos DIs exibiam altas leves ante os ajustes ⁠anteriores, com os ​agentes atentos ​ainda ao noticiário político a três dias das eleições. O Datafolha divulgará ⁠nova pesquisa eleitoral no ​início da noite, enquanto a TV Globo promoverá debate entre os presidenciáveis. A previsão é de que o senador ​Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participe do debate, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concederá entrevista ​a um podcast ⁠no mesmo horário.

Às 9h51, o rendimento do Treasury de dois anos –que ⁠reflete apostas para os rumos das taxas de juros de curto prazo — tinha queda de 2 pontos-base, a 4,864%. Já o retorno do título de dez anos — referência global para decisões de investimento — mostrava estabilidade, a ​5,298%.

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