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SÃO PAULO – No que depender desta pesquisa, sua pele pode se transformar em uma tela eletrônica.
A ideia é usar sensores eletrônicos em um material flexível e transparente de maneira a dar a impressão de que os números apresentados estão diretamente na pele da pessoa. Números estes que podem mostrar diversas informações úteis, como sinais vitais – em situações médicas – ou mesmo dados de um smartwatch.
Atualmente, a invenção mostra os níveis de oxigênio do sangue das pessoas.
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Somada à tecnologia que implanta chips nas peles das pessoas para proteger dados, criada por Evgeny Cheresnev, a ideia de tatuagens eletrônicas nos deixa um passo mais próximos da “independência” dos gadgets físicos.
“Como seria o mundo se tivéssemos telas que pudéssemos aderir aos nossos corpos e até mesmo mostrar nossas emoções ou níveis de estresse ou desconforto? Além de não precisar carregar um dispositivo o tempo inteiro, isso pode melhorar a forma como interagimos com as pessoas em volta ou atingir novas dimensões em como nos comunicamos”, escreveu o autor Takao Someya, da Universidade de Tóquio.
Para manter a longevidade deste material, a pesquisa encontrou uma maneira de criar uma proteção que mantém a pele protegida de água e vapor. Isso faz com que a “pele eletrônica” dure mais de um dia de uso. Tudo isso em 3 micrometros, espessura mais fina do que um décimo de um fio de cabelo.