Subiu, mas não animou: o que esperar da Bolsa, dólar e Petrobras na próxima semana?

Para analista Raphael Figueredo, a disparada que vimos na quarta-feira não é motivo para se alegrar, a palavra de ordem ainda é lateralização

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SÃO PAULO – Os nervos dos investidores foram testados na quinta-feira, quando o Ibovespa, que vinha de longo movimento lateralizado, deu um salto de até 4%, mas que foi praticamente apagado nesta sexta-feira. A euforia veio, mas ainda sem sustentação para levar o índice para uma direção. A palavra de ordem ainda é lateralização, na leitura do analista Raphael Figueredo, da Clear Corretora, que participou desta edição do Visão Técnica.

O Ibovespa ainda segue “preso” entre as barreiras de 49.000 e 44.900 pontos, sendo difícil prever para que lado a força irá estourar. Um cenário que se segue para ativos de peso do índice, como Petrobras e Itaú Unibanco. Mas, se fosse para apontar um lado dessa balança, Figueredo avalia que o índice tem mais chances de ir para baixo. Uma visão oposta à atribuída ao dólar, que apesar da também lateralização, tenderia a subir. Para Figueredo, só quando esses ativos romperem uma dessas barreiras (para cima ou para baixo), o mercado vai começar a buscar uma direção. Confira a análise completa abaixo:

VÍDEO 1 – Ibovespa, dólar, Petrobras e Vale

VÍDEO 2 – As ações pedidos pelo Facebook

É hora ou não é de comprar ações da Petrobras? Veja essa análise especial antes de decidir: