Stone (STOC31) tem lucro ajustado de R$ 236,6 milhões no primeiro trimestre, alta anual de 456%

Entre janeiro e março, a receita líquida da companhia somou R$ 2,711 bilhões, crescimento de 31% em um ano

Estadão Conteúdo

Publicidade

A Stone (STOC31) registrou lucro líquido ajustado de R$ 236,6 milhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 455,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Em relação ao quarto trimestre de 2022, o crescimento do resultado foi de 16,1%, de acordo com balanço publicado pela empresa.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,284 bilhão, alta de 173,4% no comparativo anual. Com ajustes relacionados à fatia da Stone no Banco Inter, que foi vendida em bolsa no trimestre, o Ebitda foi de R$ 1,251 bilhão, alta de 55,7% no mesmo intervalo de comparação.

Entre janeiro e março, a receita líquida da Stone somou R$ 2,711 bilhões, crescimento de 31% em um ano. A Stone afirma que o aumento das receitas em um ano veio principalmente do crescimento na plataforma de serviços financeiros, que teve alta de 35,7% no período e representa a maior parte do total. Em software, que consolida os números da Linx, a alta foi de 9,7% em um ano.

Treinamento Gratuito

Manual dos Dividendos

Descubra o passo a passo para viver de dividendos e ter uma renda mensal previsível, começando já nas próximas semanas

E-mail inválido!

Ao informar os dados, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

“O crescimento de receita em nosso negócio de serviços financeiros foi resultado principalmente do desempenho no segmento de micro, pequenas e médias empresas, com volume acima das projeções e comissões mais altas em uma comparação anual”, comenta a companhia no informe de resultados.

Os sistemas da Stone capturaram R$ 93,5 bilhões em transações no trimestre, alta de 12,5% em um ano, e queda de 6,6% na comparação com o quarto trimestre, que sazonalmente costuma ser mais forte.

Em MPMEs, a companhia cresceu 24,5% em um ano, para uma captura de R$ 78,9 bilhões, enquanto em contas-chave, que incluem subadquirentes, houve baixa de 26,2%, para R$ 14,6 bilhões. A empresa tem tirado as contas-chave do centro da estratégia.

Continua depois da publicidade

As comissões (take rate) atingiram 2,39% para as MPMEs, expansão de 0,33 ponto porcentual em um ano puxado pela maior monetização do adiantamento de recebíveis, de contribuições dos produtos bancários e do maior crescimento no segmento, que é mais rentável. No final do trimestre, a base ativa de clientes da Stone em pagamentos atingiu 2,818 milhões, alta de 46,3% em um ano, e de 9,1% em um trimestre.

Em serviços bancários, a Stone tinha 1,253 milhão de clientes ativos no trimestre, alta de 145,7% em 12 meses.