Soja tem oitava alta seguida em Chicago e atinge maior patamar em três anos

Além de projeções apontando redução da produção nos EUA, clima árido desfavorece plantações brasileiras

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SÃO PAULO – Os contratos futuros de soja negociados no mercado internacional enfrentaram mais uma sessão de alta em Chicago na terça-feira (18). Com o movimento verificado, a cotação da commodity atinge o mais alto patamar em três anos.

Os principais fatores atribuídos a este movimento de preço vêm do Brasil. De acordo com as previsões climáticas, as regiões de plantio do país podem ser prejudicadas com a presença pelo clima excessivamente árido esperado para as próximas duas semanas.

Aliada a esta informação e segundo informações fornecidas pelo Departamento de Agricultura norte-americano, os produtores do país devem colher aproximadamente 2,61 bilhões de bushels da commodity este ano, valor levemente inferior aos 6,62 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

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Vale lembrar que o Brasil responde, atualmente, pela segunda maior produção e exportação mundial de soja, atrás somente dos Estados Unidos.

Cotações

A cotação da soja para entrega futura em novembro teve leve alta de 1 cent, encerrando a US$ 9,69 o bushel na Chicago Board of Trade.

Com a valorização da terça-feira, os contratos da commodity acumularam a oitava sessão consecutiva de alta.