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SÃO PAULO – As mamães que se preparem: o dia delas, comemorado este ano em 13 de maio, será marcado pelos presentes tipo “lembrancinha”. A expectativa foi divulgada nesta quinta-feria (19) pelo professor Claudio Felisoni de Ângelo, coordenador geral do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), durante apresentação da pesquisa “Expectativa de Consumo – Abril a Junho de 2007”, na Universidade de São Paulo (USP).
O motivo, conforme o docente, é a quantidade de dinheiro disponível no orçamento dos consumidores para aquisições extras. Tomando como base a idéia de que o salário médio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), está em torno de R$ 1.100 mensais, e a perspectiva de gastos do tipo será da ordem de 11,7% desse total, a tendência é que sobrem cerca de R$ 100 para gastos extras.
“Esse é o total que sobra para ela gastar com todas as eventualidades, desde a parcela de uma dívida até o sorvete do filho”, afirmou.
Total
De acordo com o estudo, no primeiro trimestre do ano, o total disponível do orçamento para essas eventualidades era de 16,9% do rendimento. Já entre abril e junho do ano anterior a situação era ainda melhor: 20,6%.
“Ano passado foi um período bom para o comércio: as pessoas compraram mais ao longo do ano”, justificou.
Bens duráveis
Apesar do pouco dinheiro para o presente das mães, quando o assunto é a compra de bens duráveis, a tendência do período é de destaque para móveis, com 10,8% das intenções de compra, telefone celular (9%) e linha branca (7,8%).
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“Esses produtos são exatamente mais visados para a data”, finalizou.