Sob melhora no quadro externo, risco-Brasil fecha com queda de 13 pontos

Indicadores e cena corporativa amenizam as tensões; Global 40 encerra as negociações com leve avanço de 0,07%

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SÃO PAULO – Com o mercado recebendo de maneira positiva os indicadores econômicos e os resultados corporativos dos EUA, o risco-Brasil encerrou com expressiva queda de 13 pontos nesta quarta-feira (16). Na mesma linha o Global 40, bônus mais líquido, fechou com leve alta de 0,07%.

Os investidores estiveram atentos nesta sessão ao CPI e seu núcleo, que registraram uma já prevista aceleração da inflação norte-americana em março. Já o Housing Starts marcou no mesmo mês um recuo superior às projeções no número de casas em início de construção no país, entretanto, não foi suficiente para contaminar o bom humor dos investidores.

Além disso, a produção industrial dos EUA avançou inesperadamente no terceiro mês deste ano, aliviando os temores sobre uma recessão. Adicionalmente, a temporada de resultados das companhias teve grande influência sobre os ganhos externos, com destaque para JP Morgan e Coca-Cola.

Risco-Brasil recua

O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 227 pontos-base, queda de 13 pontos em relação ao fechamento anterior.

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,07% na noite desta quarta-feira, cotado a 136,65 centavos de dólar.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Fech. Anterior Var %
Global 40 136,65 136,55 +0,07