Sob contraste de referências externas, risco-Brasil sobe 10 pontos; Global 40 cai

Volatilidade do petróleo penaliza automobilísticas, mas favorece petrolíferas; Chicago PMI fica acima do esperado e pesa a favor

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SÃO PAULO – Em meio à instabilidade externa provocada pelo avanço do petróleo e por dado positivo sobre a economia norte-americana, o risco-Brasil fechou com forte alta de 10 pontos nesta segunda-feira (30). Em Wall Street, a indefinição também pode ser creditada ao fraco desempenho do setor financeiro.

Apesar de ter batido novo recorde histórico pela manhã, a cotação do barril de petróleo registrou leve queda ao final do dia, mas o patamar elevado terminou por penalizar os ativos do setor automobilístico norte-americano. Em contrapartida, os papéis das petrolíferas do país mostraram grande valorização.

Os indicadores da região, por sua vez, trouxeram referências positivas. O Chicago PMI, indicador que mede o nível de atividade industrial nos EUA, marcou em junho um patamar maior do que o esperado pelos analistas, embora ainda denote um setor em retração.

Risco-Brasil tem forte alta

O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan fechou a 230 pontos-base, alta de 10 pontos em relação ao fechamento anterior.

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou com queda de 1,16% na tarde desta segunda-feira, cotado a 132,40 centavos de dólar.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Fech. Anterior Var %
Global 40 132,40 133,95 -1,16