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11h16: Vale (VALE3, R$ 18,47, -0,05%; VALE5, R$ 14,50, -0,82%)
As ações da Vale têm queda nesta sessão, seguindo o desempenho dos preços do minério de ferro. A cotação da commodity no porto de Quingdao caiu 0,49% hoje, fechando a US$ 56,74 a tonelada. Acompanham o movimento as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 9,54, -0,52%), holding que detém participação na mineradora.
Ainda no radar da companhia, o desembargador Souza Prudente, do Tribunal de Regional Federal (TRF) da 1ª Região, determinou que a mineradora Vale suspenda atividades de mineração em mina de níquel de Onça Puma, no Pará, até que a companhia comprove que medidas compensatórias para aldeias indígenas tenham sido tomadas. Segundo a decisão em caráter liminar a pedido do Ministério Público, publicada nesta sexta-feira, a Vale deve depositar em juízo R$ 1 milhão para cada aldeia indígena atingida até implementação de medidas compensatórias. Procurada, a Vale não comentou imediatamente a informação.
11h00: B2W (BTOW3, R$ 15,29, -1,29%)
A B2W Digital, que reúne as marcas Americanas, Submarino, Shoptime e Sou Barato, registrou um prejuízo líquido de R$ 82,3 milhões no segundo trimestre de 2015, contra R$ 64,5 milhões do mesmo trimestre do ano passado. Já a receita líquida ficou em R$ 1,889 bilhão, ante R$ 1,648 bilhão em igual período do ano anterior, uma alta de 14,6%. Destaque para a queda das receitas operacionais da empresa, que foram para R$ 303,5 milhões, uma redução de 11,6%.
Segundo o BTG Pactual, o resultado veio forte, com crescimento da receita e manutenção das margens, com as vendas brutas crescendo 16% na comparação anual (quando o mercado esperava por avanço de 4,5%). Os analistas comentaram que seguem neutros no papel, monitorando o crescimento do marketplace na expectativa se a companhia conseguirá atingir um equilíbrio no fluxo de caixa, o que os deixaria mais positivos com o papel.
10h51: BM&FBovespa (BVMF3, R$ 10,93, +2,15%)
A BM&FBovespa reportou lucro líquido atribuível aos acionistas de R$ 318,0 milhões, uma alta de 27,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre abril e junho, o volume médio diário negociado no segmento BM&F atingiu 2,9 milhões de contratos, alta de 28,2% sobre o mesmo período de 2014. No segmento Bovespa, o volume médio diário negociado (ADTV) cresceu 5,7% na comparação anual devido ao aumento no “turnover velocity”, enquanto as margens ficaram estáveis.
10h49: Gol (GOLL4, R$ 5,29, -2,22%)
A Gol teve prejuízo líquido de R$ 354,9 milhões no segundo trimestre, ampliando o resultado negativo de R$ 145 milhões obtido do mesmo período do ano passado. A empresa apurou uma geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e aluguel de aeronaves (Ebitdar) de R$ 90,7 milhões no período, queda de 75,8% na comparação anual.
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10h48: JHSF (JHSF3, R$ 1,90, +8,57%)
A JHSF viu seu lucro crescer 25,4% na comparação trimestral com o ano passado, de R$ 13,4 milhões para R$ 16,8 milhões. A receita líquida cresceu 26,9% ao ir de R$ 142,9 milhões para R$ 181,3 milhões.
O Ebitda foi de R$ 70,6 milhões, 32,8% maior que os R$ 53,1 milhões de 2014. A margem Ebitda (receita/Ebitda) foi 41,2%, 16,4 pontos percentuais maior que os meses de abril a junho de 2014, que alcançou 24,8%.
10h41: Qualicorp (QUAL3, R$ 20,53, +2,65%)
A Qualicorp volta a disparar na Bolsa pelo segundo pregão seguido, quando acumula alta de 9%. A companhia reportou lucro líquido de R$ 70,8 milhões no segundo trimestre, salto sobre os R$ 24,4 milhões obtidos no mesmo período do ano passado. O resultado foi beneficiado pela venda da Potencial por R$ 45,7 milhões.
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Segundo o BTG Pactual, o resultado foi bom, com o Ebitda acima do esperado. Para analistas, a performance do papel (de queda de 30% no acumulado anual), pressionado pelos riscos regulatórios, mudança na diretoria e notícias envolvendo o controlador, abre espaço para compra. A opinião vai em linha com a recomendação do Credit Suisse de ontem, que elevou o papel para outperform (desempenho acima da média), apontando que no atual patamar a ação parece atrativa.
10h34: Marfrig (MRFG3, R$ 6,34, +3,93%)
A Marfrig teve sua recomendação elevada de neutra para compra pelo BTG Pactual, com revisão para cima também no preço-alvo, que passou de R$ 6,00 para R$ 8,50 por ação. A recomendação ocorre dois dias após a companhia ter reportado seu balanço do segundo trimestre, que foi bem recebido pelo mercado.
A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 6,148 milhões, ante resultado negativo de R$ 55,1 milhões em igual período do ano anterior. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), por sua vez, totalizou R$ 465,7 milhões de abril a junho, avanço de 68,3% na comparação anual. Analistas destacaram o forte resultado operacional da companhia, beneficiada pelo câmbio e melhorias operacionais, o que permitiu a empresa reduzir sua alavancagem de 6,2 vezes para 4,2 vezes o Dívida Líquida/Ebitda.
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10h23: JBS (JBSS3, R$ 15,28, -2,61%)
Apesar da melhora na parte operacional, o resultado negativo com derivativos para proteção (hedge) cambial derrubou o lucro líquido da produtora de carnes JBS no segundo trimestre. No período, a empresa viu seu lucro líquido cair 68,5% na comparação com um ano antes, para R$ 80,1 milhões. A companhia teve uma perda de cerca de R$ 2 bilhões com derivativos. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 3,6 bilhões de reais, avanço de 47% na mesma base de comparação, enquanto a receita líquida cresceu 34,3%, para R$ 38,905 bilhões.
Analistas do BTG Pactual ressaltaram que o lucro líquido da empresa veio bem abaixo do esperado, embora o lado operacional da companhia continue sólido, com espaço para melhorias no segmento de carnes no Brasil, enquanto a divisão de porcos continua performando bem. O banco informou que segue com recomendação de compra para ação e preço-alvo de R$ 21,00.
Juntamente com o balanço, a companhia aprovou um programa de recompra de ações de até 116,1 milhões de ações em circulação no mercado pelo período de um ano.
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10h21: Lojas Americanas (LAME4, R$ 15,84, +5,67%)
A varejista Lojas Americanas encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 17,3 milhões, queda de 57,3% sobre igual período de 2014. A empresa apresentou geração de caixa medida pelo Ebitda ajustado de R$ 490,2 milhões, avanço de 19% contra o intervalo de abril a junho do ano passado.
Analistas ressaltaram que os números operacionais vieram melhores do que o esperado pelo mercado, apesar do lucro líquido ter sido penalizado por resultados fracos da B2W e aumento da taxa de juros. Após o balanço o BTG Pactual reiterou compra do papel, dada a capacidade da varejista em apresentar bons resultados, mesmo com o cenário macroeconômico pior, em função da qualidade dos negócios/gestores, aliada a forte plano de expansão com baixo risco.