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SÃO PAULO – Com três dias seguidos de queda, o Ibovespa não segurou os ganhos obtidos no início da semana e encerrou o período com recuo de 0,69%, aos 55.107 pontos. Os últimos dias tiveram um foco maior na agenda de resultados, que chegará ao seu final na próxima quarta-feira (15).
Serão pelo menos 62 resultados em apenas 3 dias, o que deve gerar uma forte movimentação no mercado na primeira metade da semana. Entre alguns dos resultados estão o da Gol (GOLL4), além da LLX Logística (LLXL3) e OSX Brasil (OSXB3) – as duas últimas do grupo EBX, de Eike Batista -, Kroton (KROT3) e Banco do Brasil (BBAS3).
Entre os indicadores, o período entre 13 e 17 de maio será bastante dividido, com dados importantes espalhados pelo mundo. Logo na segunda-feira (13), a China deve chamar atenção com os dados da produção industrial do país, podendo gerar repercussão em mercados pelo mundo, incluindo o Brasil, afetando empresas de commodities, caso da Vale (VALE3; VALE5), que tem a maior participação do Ibovespa.
No Brasil, o destaque será o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central). O indicador é apresentado mensalmente pelo BC e incorpora a trajetória das variáveis consideradas essenciais para o desempenho de três setores da economia: agropecuária, indústria e serviços. Apesar de importante para como dado antecedente do PIB, o BC ressalta que ele não projeta e nem mede o PIB brasileiro.
Fim do prazo para a dívida dos EUA
Entre dezenas de indicadores, a semana na agenda norte-americana terá na sexta-feira (17) o fim do prazo para elevar o limite do teto da dívida do país. Apesar de um pouco fora dos noticiários desde a decisão provisória no início do ano, as discussões devem ganhar detaque nos próximos dias, podendo gerar alguns temores no mercado.
Para os indicadores, destaque para a Produção Industrial e Utilização da Capacidade Instalada, ambos mostrando o desempenho mensal do setor manufatureiro do país. No meio da semana, ainda serão apresentados os dados de Preços ao Produtor e Preços ao Consumidor, importantes para o acompanhamento da inflação norte-americana, que ainda não é uma preocupação para o governo.
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Semana agitada na zona do euro
No início da semana, na Europa, ocorre a reunião dos ministros da Finanças dos países membros do grupo. Após o encontro, as atenções se viram para os diversos dados econômicos a serem apresentados na região.
A terça-feira (14) terá os números da indústria e da confiança na eocnomia da zona do euro, enquanto no dia seguinte serão divulgados os números preliminares do PIB (Produto Interno Bruto) do grupo. Na quinta-feira será a vez de indicadores de Preços ao Consumidor e da balança comercial mensal.