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SÃO PAULO – Os postos em São Paulo foram os que mais aumentaram o preço cobrado pelo litro do álcool combustível na última semana, encerrada no dia 23. Tomando como base o período anterior (10/12 – 16/12), o encarecimento foi de 1,23%.
Segundo dados divulgados nesta terça-feira (26) pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), em real, o valor passou de R$ 1,2 para 1,215 – o que não rendeu nem 1 centavo de diferença. Na média nacional a variação foi ainda menor: de 0,13%, com o preço passando de R$ 1,486 para R$ 1,488.
Gasolina
Os valores cobrados pelo litro da gasolina, assim como ocorreu com o combustível derivado de cana-de-açúcar, também tiveram aumentos maiores nas bombas de São Paulo. No entanto, o ritmo foi menos acentuado.
Enquanto na média dos postos brasileiros a alta foi de 0,03% (de R$ 2,521 para R$ 2,522), no Estado o encarecimento foi de 0,37% (de R$ 2,383 para R$ 2,392).
Estabilidade
No mesmo período, mostrou a ANP, tanto o óleo diesel quando o gás natural veicular (GNV) não sofreram alteração no preço, na média nacional. O mesmo já havia ocorrido na semana anterior.
Com isso, o litro do primeiro permaneceu em R$ 1,858, enquanto o metro cúbico do segundo continuou valendo R$ 1,263. Vale lembrar que os dados se referem a nível nacional.
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Único barateamento
O único barateamento da semana foi verificado no botijão de cozinha. Conhecido tecnicamente como Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o recipiente com 13 litros ficou 1 centavo mais barato.
Isso significa que a variação foi de 0,03% na média Brasil, com o preço passando de R$ 33,02 para R$ 33,01. É importante ressaltar que, recentemente, o País anunciou a auto-suficiência no combustível, o que acabou gerando dúvidas sobre o impacto que isso teria no bolso do consumidor.