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SÃO PAULO – A revista AméricaEconomía, que trata de negócios na América Latina, divulgou o seu ranking das “Melhores Cidades para se Negociar”. O estudo destaca, através de uma pesquisa com 1,6 mil executivos latino-americanos, as melhores cidades para se dirigir negociações com a América Latina.
Pela quarta vez consecutiva, o ranking da revista espanhola indicou a cidade norte-americana de Miami como a melhor para efetuar negócios com a América Latina, com 74% dos votos dos executivos entrevistados. As qualidades mais apreciadas da cidade são a segurança, a qualidade de vida e o posicionamento privilegiado.
São Paulo aparece em segundo lugar
No segundo lugar aparecem duas cidades: Santiago e São Paulo. Destaca-se que a primeira cidade, que investiu US$ 4 milhões em sua promoção, tem sido elogiada pela segurança, estabilidade econômica e jurídica, pelos bons profissionais, pela abertura comercial e desenvolvimento tecnológico.
Já a cidade de São Paulo é uma competidora mais assídua do ranking das cidades que combinam qualidade de vida e potencial de negócios, estando atualmente em melhor posição em função da agressiva campanha de marketing que vem sendo implementada pela prefeitura desde dezembro de 2002, focando o resgate da imagem da cidade, bastante ligada a problemas de segurança, engarrafamentos e péssima qualidade de vida.
Curitiba, Brasília e Porto Alegre são outras listadas
As próximas cidades listadas são Monterrey (México), em terceiro lugar, sendo seguida pela Cidade do México, Curitiba, Guadalajara (México), Brasília, Buenos Aires, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, San José (Costa Rica), Montevidéu, San Juan (Porto Rico), Bogotá, Cidade do Panamá, Puebla, Cidade Juarez e Tijuana, sendo as três últimas também mexicanas.
Dados focam qualidade de vida e potencial de negócios
Para a composição da pesquisa, são analisadas algumas informações em relação às cidades, como avaliação da segurança do cidadão, taxa de homicídios e crimes perigo na cidade, além de percepções dos executivos, como facilidade para empreender, receptividade da cidade, educação de negócios, gestão urbana e marketing para atrair negócios à cidade.
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Também é avaliada a qualidade de vida nas cidades, através de fatores como transporte público, contaminação ambiental, trânsito, áreas verdes e de lazer, qualidade do ensino fundamental e médio, entre outros.