Risco-País reflete números ruins da agenda dos EUA e fecha a sessão em alta

Pedidos de auxílio-desemprego, atividade industrial, contratos de compra e venda de casas e gastos com construção civil surpreendem

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SÃO PAULO – O indicador de risco-País encerrou a sessão desta quinta-feira (1) em alta de dois pontos-base, atingindo 250 pontos. A sessão contou com a movimentada agenda de indicadores econômicos nos Estados Unidos, que, em geral, trouxe números abaixo do esperado pelo mercado.

O Departamento de Trabalho norte-americano informou que o número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA subiu para 472 mil na semana passada, ante 459 mil na semana anterior, conforme os dados revisados. As expectativas eram de 458 mil novas solicitações.

Já o ISM Index, indicador que mede o nível de atividade industrial nos Estados Unidos, ficou abaixo dos 59 pontos esperados no mês de junho, atingindo 56,2 pontos. A medição de maio marcara 59,7 pontos.

No mesmo sentido, o número de contratos de compra e venda de casas nos EUA apresentou contração de 30% em maio, enquanto os analistas esperavam recuo de 10,5%. Em abril, o Pending Home Sales apontara alta de 6,0%, em números revisados.

Além disso, os gastos com construção civil nos Estados Unidos, medidos pelo indicador Construction Spending, recuaram 0,2% em maio, segundo o Departamento de Comércio dos EUA. Vale ressaltar que o mercado projetava uma queda de 0,9% para o mês.

Global 40
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,07% na noite desta quinta-feira, cotado a 133,95 centavos de dólar.

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Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 250 pontos-base.

Confira abaixo as cotações dos principais ativos da dívida externa brasileira:

 Ativo Último Fech. Anterior Var %
 Global 40 133,95 133,85 +0,07