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SÃO PAULO – Diante das tensões em torno da saúde da economia norte-americana frente aos fracos indicadores econômicos divulgados nesta segunda-feira (3), a sessão foi marcada por instabilidade na renda variável externa e, assim, o risco-Brasil terminou com forte avanço de 27 pontos, cotado a 446 pontos.
Na agenda econômica, destaque para o ISM Index que, surpreendeu negativamente os investidores ao registrar a maior queda mensal dos últimos 26 anos. O indicador, que mensura o nível de atividade industrial nos EUA, ficou em 38,9 pontos percentuais em outubro. E ainda, as vendas de automóveis no país voltaram a cair na medição de outubro, chegando ao menor nível em 25 anos.
Com o clima de instabilidade nos mercados, o preço dos Treasuries terminou com avanço, e os títulos da dívida externa brasileira acompanharam esse movimento. Como a apreciação dos títulos da dívida externa norte-americana foi mais expressiva, o risco-Brasil apresentou forte avanço.
Risco-Brasil avança
O indicador de risco-Brasil, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou a 446 pontos-base, alta de 27 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, fechou com alta de 2,07%, cotado a 115,35 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 115,35 | 113,00 | +2,07 |