Risco-Brasil responde ao clima instável da renda variável com alta de 5 pontos

Resultados corporativos animam, mas queda das commodities traz certa cautela; Global 40 sobe 0,35%, a 126 centavos de dólar

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SÃO PAULO – A retração no preço das commodities pressiona as principais bolsas na Europa. Enquanto isso, resultados corporativos acima das expectativas contribuem para os ganhos em Wall Street. Em meio ao clima de instabilidade, o risco-Brasil mostra avanço de 5 pontos, cotado a 427 pontos-base.

Em destaque na esfera corporativa, a gigante norte-americana do setor de tecnologia Texas Instruments reportou na véspera recuo menor que o previsto em seus lucros. Por outro lado, a retração nas cotações de matérias-primas como cobre, ouro e prata pressionam os papéis de mineradoras europeias como a BHP Billiton e Xstrata.

Com o clima de instabilidade nos mercados, o preço dos Treasuries segue com avanço e os títulos da dívida externa brasileira acompanham esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano e os Globais determina o indicador risco-Brasil.

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Global 40 sobe

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera com alta de 0,35% nesta terça-feira, cotado a 126,0 centavos de dólar.

O indicador de risco-Brasil, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, segue a 427 pontos-base, alta de 5 pontos em relação ao fechamento anterior.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

Ativo Último Anterior Var %
Global 40 126,00 125,55 +0,35