Risco-Brasil reflete instabilidade nas bolsas e opera com alta de 11 pontos

Intenso volume de indicadores econômicos dissemina cautela entre os investidores; Global 40 marca tímida elevação de 0,04%

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SÃO PAULO – A primeira sessão desta semana é marcada por um intenso volume de indicadores sobre a economia dos EUA e, em resposta, as bolsas globais vivem uma tarde de instabilidade. Como reflexo, o risco-Brasil marca alta de 11 pontos, cotado a 417 pontos-base. As tensões em torno do acesso ao fundo de socorro da equipe de Obama, avaliado em US$ 700 bilhões, também seguem em evidência.

Publicado pela manhã, o núcleo do PCE não registrou variação para os preços. Já o Personal Income apontou queda de 0,2% na renda, enquanto o Personal Spending trouxe baixa de 1% nos gastos. Em complemento, o ISM Index apurou 35,6 pontos para a atividade industrial em janeiro, acima da estimativa de 32,5 pontos.

Com o clima de instabilidade nos mercados, o preço dos Treasuries opera em alta e os títulos da dívida externa brasileira acompanham esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano e dos Globais determina o indicador de risco-Brasil.

Global 40 sobe

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera com baixa de 0,04% nesta segunda-feira, cotado a 124,10 centavos de dólar.

O indicador de risco-Brasil, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, segue a 417 pontos-base, alta de 11 pontos em relação ao fechamento anterior.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Anterior Var %
Global 40 124,10 124,05 +0,04