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SÃO PAULO – O risco-Brasil opera sem tendência definida e se mantém nos 265 pontos-base. Vale ressaltar que o indicador resulta da diferença entre os rendimentos dos títulos da dívida norte-americana e dos da brasileira. Assim, o preço dos Treasuries apresenta instabilidade, assim como o Global 40.
Nesta quinta-feira (27), o Departamento de Comércio dos Estados Unidos declarou que o PIB (Produto Interno Bruto) do país recuou 1% no segundo trimestre deste ano. A contração é inferior à esperada, de 1,5%, mas em linha com o apurado na última medição.
Ademais, o Tesouro dos EUA leiloou US$ 28 bilhões em notas com maturação em sete anos. Desta forma, o governo ofertou US$ 109 bilhões de Treasuries apenas nesta semana, como forma de estimular a liquidez na maior economia mundial.
Por aqui, o Banco Central divulgou que o Brasil registrou um superávit primário de US$ 3,180 bilhões durante o mês de julho. Com relação ao PIB e considerando o fluxo acumulado no ano, a participação dos gastos com juros nominais ficou em 5,56%.
Global 40 recua
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em queda de 0,04% na tarde desta quinta-feira, cotado a 130,80 centavos de dólar.
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 265 pontos-base.
Confira abaixo as cotações dos principais ativos da dívida externa brasileira:
| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
| Global 40 | 130,80 | 130,85 | -0,04 |