Risco-Brasil ignora instabilidade nas bolsas e despenca 30 pontos

Prejuízo reportado pelo Morgan Stanley segue em evidência na esfera corporativa; Global 40 opera em alta de 3,36%

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SÃO PAULO – Mesmo com as bolsas globais operando com certa instabilidade, a melhora no cenário proporcionada pela flexibilização monetária realizada pelo Federal Reserve traz forte queda de 30 pontos ao risco-Brasil, que segue cotado a 472 pontos-base.

Na esfera corporativa, os mercados avaliam a divulgação dos resultados operacionais do Morgan Stanley referentes ao último trimestre fiscal do ano de 2008. No período em questão, o banco norte-americano registrou prejuízos de US$ 2,2 bilhões.

Com o clima de instabilidade nos mercados, o preço dos Treasuries segue avanço, e os títulos da dívida externa brasileira acompanham esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano em relação aos Globais determina o indicador risco-Brasil.

Risco-Brasil despenca

O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 472 pontos-base, queda de 30 pontos em relação ao fechamento anterior.

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em alta de 3,36% na tarde desta quarta-feira, cotado a 123,25 centavos de dólar.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Anterior Var %
Global 40 124,25 120,20 +3,36