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SÃO PAULO – O indicador de risco-Brasil fechou próximo à estabilidade, cotado a 418 pontos. Já o Global 40 contrariou a tendência do preço dos Treasuries e fechou em alta. Entre indicadores piores que o previsto sobre a economia norte-americana e referências favoráveis envolvendo o setor financeiro, o penúltimo pregão desta semana foi marcado pela instabilidade nas bolsas internacionais.
Na agenda econômica, tanto o New Home Sales quanto o Durable Good Orders frustraram as projeções de analistas. Enquanto isso, a apresentação do orçamento governamental de Barack Obama impulsionou o sentimento de que novos aportes às instituições financeiras devem ser realizados.
Mesmo com o clima de instabilidade nos mercados, o preço dos Treasuries fechou com recuo e os títulos da dívida externa brasileira contrariaram esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano e dos Globais determina o indicador de risco-Brasil.
Global 40 sobe
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, fechou com alta de 0,48% nesta quinta-feira, cotado a 123,50 centavos de dólar.
O indicador de risco-Brasil, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, encerrou a 418 pontos-base, baixa de 1 ponto em relação ao fechamento anterior.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 123,50 | 122,90 | +0,48 |