Resumo Diário

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Em sessão volátil, o Ibovespa terminou esta segunda-feira (16) em queda de 0,24%, aos 61.954 pontos. O índice chegou a registrar ganhos de 0,94% e perdas de 1,03% durante o intraday, antes de fechar descolado da sua principal referência, o Dow Jones, que  teve alta de 0,56%. O giro financeiro foi de R$ 9,44 bilhões, fortalecido pelo vencimento de opções sobre ações.

No front externo, a agência de classificação de risco da Moody’s decidiu atrasar o plano de revisão dos ratings de mais de 100 bancos europeus, que era para ser concluído esta semana. Ainda por lá, chamou a atenção o superávit de € 2,8 bilhões na balança comercial da Zona do Euro em fevereiro.

O Banco Mundial deverá ser presidido pelo norte-americano de origem sul-coreana Jim Yong Kim nos próximos cinco anos. O médico assumirá o posto no dia 1º de julho. Os países emergentes lutam por maior representação neste tipo de organização, com o ministro da Fazenda brasileiro, Guido Mantega, reiterando que o Brasil não irá fazer novos aportes de recursos no FMI enquanto não houver sinais de avanço nas reformas da instituição.

Destaque de ações
As ações da Cielo lideraram as perdas do Ibovespa nesta sessão, com queda de 4,85%, aos R$ 61,85, em reflexo da teleconferência sobre a OPA da Redecard. O ativo foi seguido pelos papéis da MMX Mineração, que recuaram 3,00% aos R$ 8,73. 

Com ganhos de 3,45%, as ações da ALL lideraram os ganhos do Ibovespa, seguidas pelos ativos de três imobiliárias – MRV, PDG Realty e Cyrela. 

Agenda norte-americana
Nesta sessão, foi divulgado o indicador norte-americano de vendas no varejo, com alta de 0,8% em março, acima do avanço de 0,3% esperado pelo consenso de mercado. Ainda por lá, os estoques das empresas terminaram fevereiro com um avanço de 0,6%, acima da média de projeções. Por sua vez, o indicador da atividade industrial na região de Nova York desapontou ao registrar 6,6 pontos em abril.

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Indicadores nacionais
Por aqui, o Banco Central divulgou o Relatório Focus, que voltou atrás e elevou a projeção do IPCA deste ano para 5,08%. Além disso, índices de preços também ganharam destaque, com o IPC-S marcando inflação de 0,57% na segunda semana de abril e o IGP-10 apontando 0,70% de inflação em abril, segundo dados da FGV.

Além disso, saiu o IBC-Br de fevereiro, divulgado pelo Banco Central. O indicador, considerado uma antecipação da tendência do PIB, marcou recuo de 0,23% na passagem mensal, aos 140,20 pontos na série dessazonalizada. Já a Balança Comercial mostrou superávit de US$ 12 milhões na 2ª semana de abril.

Dólar
Em dia que contou com novas intervenções do Banco Central no mercado de câmbio, o dólar comercial registrou forte instabilidade durante todo o intraday e fechou em alta de 0,20%, cotada a R$ 1,8436 na venda. Desta forma, atingindo seu maior patamar desde 6 de janeiro, quando fechou a R$ 1,8509.

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Dólar
Refletindo a forte aversão ao risco desta sessão, o dólar comercial encerrou esta sexta-feira com alta de 0,55%, cotado a R$ 1,8400 na venda. Desta forma, a divisa norte-americana fecha a semana com valorização de 0,84%.

Renda Fixa
As taxas dos principais contratos de juros futuros fecharam em rumos opostos nesta sessão. O contrato de juros de maior liquidez nesta segunda-feira, com vencimento em janeiro de 2014, registrou uma taxa de 9,14%, 0,01 ponto percentual acima do fechamento de sexta-feira.

No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou com queda de 0,15%, a 132,14% do valor de face. Já o indicador de risco-País terminou em queda de 1 ponto-base nesta sessão, terminando aos 187 pontos.