Resumo Diário

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Após o FMI elevar suas expectativas para o crescimento da economia mundial em 2012, o Ibovespa registrou alta de 1,20%, terminando aos 62.698 pontos. O dia foi de otimismo nos mercados mundiais, com os principais índices norte-americanos (Dow Jones, +1,50%; S&P 500, +1,55%) e europeus (DAX 30, +2,65%; FTSE 100, +1,78%) registrando forte alta. O giro financeiro foi de R$ 6,61 bilhões.

A instituição elevou a projeção de crescimento para o PIB do Brasil em 2012, de 2,9% para 3,0%, e de 2013 de 4% para 4,1%. Contudo, o FMI também chamou a atenção para o fato da Itália possivelmente não cumprir a meta de redução de déficit em 2012 e 2013. 

Por aqui, os investidores tentam precificar a decisão do Copom, que será anunciada na quarta-feira (18). Espera-se que o comitê opte por um novo corte na taxa de juros, de 0,75 ponto percentual, para estimular a economia nacional. A taxa de juro também foi pauta na Índia, onde o Banco Central optou pelo corte pela 1ª vez desde 2009, também como forma de estímulo ao crescimento. 

Destaque de ações
Com alta de 11,02%, as ações da GOL lideraram os ganhos entre os papéis do Ibovespa, com o mercado esperando que o governo ajude o setor aéreo. Já os papéis da Eletrobras registraram ganhos de 7,60%, terminando cotados a R$ 16,84, em reflexo à sua nova política de proventos. 

Entre as maiores quedas, destaque para a Telefônica Brasil, cujas ações tiveram perdas de 2,33%, terminando aos R$ 53,25. Outra empresa de telecomunicações TIM viu seus papéis entre as maiores quedas, com perdas de 2,57% no valor de mercado, para R$ 11,00. 

Agenda de indicadores
Na agenda de indicadores dos EUA, destaque para a estagnação da produção industrial em março, enquanto que a capacidade utilizada na indústria marcou 78,6%, contra uma projeção de 78,5%. Já o Housing Starts, que mede o número de casas em início de construção nos EUA, registrou 698 mil casas no resultado anualizado de fevereiro, abaixo dos 705 mil imóveis esperados pelo mercado.

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Por aqui, a Fipe divulga o IPC-Fipe, que apontou uma aceleração sobre o dado anterior e registrou inflação de 0,24% na segunda medição do mês.

Dólar
O dólar comercial iniciou a sessão no vermelho, mas logo passou a operar no campo positivo e intensificou seus ganhos no começo da tarde. Desta forma a divisa norte-americana – investimento procurado em momentos de maior aversão ao risco – voltou a apontar valorização nesta terça-feira, encerrando o dia em alta de 0,75%, cotada a R$ 1,8575, e chegando a seu maior patamar desde 2 de janeiro, quando apontou cotação de R$ 1,8694.

Renda Fixa
As taxas dos principais contratos de juros futuros fecharam em queda nesta sessão. O contrato de juros de maior liquidez nesta terça-feira, com vencimento em julho de 2012, registrou uma taxa de 8,76%, 0,02 ponto percentual abaixo do fechamento de segunda-feira.

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No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou com alta de 0,08%, a 132,24% do valor de face. Já o indicador de risco-País terminou em queda de 6 pontos-base nesta sessão, aos 182 pontos.