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Após operar em alta até às 16h15, o Ibovespa inverteu para o campo negativo e permaneceu por lá até o fechamento, terminando esta sexta-feira (20) com queda de 0,20%, aos 62.494 pontos. O benchmark da bolsa brasileira terminou o dia descolado dos principais índices norte-americanos (Dow Jones, +0,50%; S&P 500, +0,12%) e europeus (FTSE 100, +0,48%; DAX 30, +1,18%). O giro financeiro foi de R$ 5,09 bilhões.
Apesar desse recuo – o segundo consecutivo -, o benchmark da bolsa brasileira fechou a semana com alta de 0,63%.
O mercado especula que os países emergentes podem injetar novos recursos no FMI, o que ajudou a alta desta sessão. Nesse sentido, Guido Mantega, ministro da Fazenda do Brasil, discursará no FMI neste sábado. O ministro deve cobra maior participação dos países emergentes na instituição, criticando a vigilância do Fundo e a política de austeridade alemã.
Destaque de ações
Na ponta negativa do índice, destaque para as imobiliárias. As ações da Cyrela registraram queda de 4,90%, terminando cotadas a R$ 16,70. Os papéis da Gafisa e da PDG Realty também figuraram entre as maiores quedas.
Na ponta positiva estiveram as ações da MMX Mineração, que registraram ganhos de 3,21%, terminando cotadas a R$ 9,66.
Indicadores europeus
Com a agenda vazia no Brasil e nos Estados Unidos, os investidores focaram nos dados europeus acompanharam a sexta alta consecutiva da confiança do empresário alemão. Além disso, as vendas no varejo no Reino Unido avançaram 1,5% em março, acima das estimativas de alta de 0,4%.
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Dólar
O dólar comercial iniciou o pregão desta sexta-feira (20) em alta, mas logo foi perdendo forças e manteve-se no campo negativo na maior parte do intraday, fechando em queda de 0,64% e cotado a R$ 1,8695. Com isso, encerra uma sequência de cinco altas. Na semana, a divisa norte-americana registrou valorização de 1,6%. Nesta sessão o Banco Central voltou a intervir no câmbio ao realizar um leilão de compra de dólares no mercado à vista.
Renda Fixa
As taxas dos principais contratos de juros futuros fecharam em queda nesta sessão. O contrato de juros de maior liquidez nesta sexta-feira, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 8,39%, 0,04 ponto percentual abaixo do fechamento de quinta-feira.
No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou com queda de 0,05%, a 132,27% do valor de face. Já o indicador de risco-País terminou estável nesta sessão, fechando aos 181 pontos.