Resumo Diário

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Em queda durante toda a sessão, o Ibovespa fechou com perdas de 1,54% nesta quinta-feira (22), aos 65.828 pontos, sua terceira baixa seguida, levando o índice a fechar abaixo dos 66.000 pontos. O mau humor prevaleceu após o PMI Composto da Zona do Euro de fevereiro e o indicador equivalente chinês de março desapontarem o mercado ao mostrarem a retração da atividade manufatureira em ambas as regiões. O giro financeiro foi de R$ 6,74 bilhões.

Ainda na Europa, ganhou relevância a afirmação de que o FMI pode atrasar o empréstimo de € 1,65 bilhão à Grécia, se o governo fracassar em implementar novas medidas de austeridade. O porta-voz da instituição também chamou atenção para o caso português, dizendo que é cedo demais para afirmar que o país precisará de mais ajuda financeira.

Destaque de ações
As ações da JBS, em reflexo ao seu resultado trimestral, despencaram 7,09% e terminaram aos R$ 7,60. No mesmo setor, os papéis da Marfrig acompanharam a queda do par do setor e fecharam com perdas de 4,05%, aos R$ 10,89.

No posto de maior alta do índice estiveram as ações da Vanguarda Agro, que tiveram alta de 2,33% e terminaram aos R$ 0,44. Já os papéis ordinários da Usiminas avançaram 1,92% e terminaram cotadas a R$ 19,10.

Indicadores
Na agenda doméstica, o IPCA-15 mostrou variação de 0,25% nos preços em março e o IPCA-E ficou em 1,44%. Além disso, o investidor contou com Nota de Mercado Aberto, que mostrou que DPMFi avançou em aproximadamente R$ 35,866 bilhões em fevereiro.

Nos Estados Unidos, o Initial Claims – que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego -, e o Leading Indicators mostraram números levemente melhores do que se era esperado. Por fim, o FHFA – House Price Index mostrou estabilidade no preço cobrado pelas hipotecas às famílias norte-americanas.

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Dólar
O dólar comercial chegou à sua quarta sessão seguida de alta nesta quinta-feira, fechando com ligeira valorização de 0,09%, cotado a R$ 1,8222 na venda. A divisa norte-americana registrou instabilidade durante todo o intraday, chegando a passar para o campo negativo nos últimos minutos de negociação, mas encerrando o dia no azul, renovando outra vez a máxima verificada em 9 de janeiro, quando fechou cotado a R$ 1,8347.

Renda Fixa
As taxas dos principais contratos de juros futuros fecharam em queda nesta sessão. O contrato de juros de maior liquidez nesta quinta-feira, com vencimento em janeiro de 2014, registrou uma taxa de 9,58%, 0,05 ponto percentual abaixo do fechamento de quarta-feira.

No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou com alta de 0,05%, a 131,95% do valor de face. Já o indicador de risco-País teve alta de 6 ponto-base nessa sessão, terminando aos 171 pontos.