Resumo diário

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O Ibovespa teve um pregão de forte instabilidade nesta quarta-feira (5). Após oscilar entre as bandas positiva e negativa durante a manhã e consolidar um movimento negativo na parte parte da tarde, o índice ganhou força na última hora de negociação e fechou com alta de 0,65%, aos 51.013 pontos, interrompendo uma sequência de três quedas. O giro financeiro foi de R$ 5,889 bilhões.

O benchmark da bolsa brasileira acompanhou o desempenho das bolsas internacionais, com o otimismo por uma solução para proteger os bancos europeus em meio à crise na Zona do Euro, uma vez que os ministros das Finanças concordaram em proteger os credores da região, além do fato de ser esperado que França e Bélgica cheguem a um acordo sobre um plano de resgate para o banco Dexia. Os investidores também digeriram o corte do rating soberano da Itália na véspera pela Moody’s.

Destaques do pregão
Na ponta positiva, destaque para as ações da TAM, que lideraram os ganhos do Ibovespa nesta sessão com alta de 6,98%, cotadas a R$ 28,50.

Na ponta negativa, o destaque ficou por conta dos papéis da Braskem, que seguraram a lanterna do índice com queda de 2,91%.

Agenda
No Brasil, o IBGE divulgou que o IPP da indústria de transformação registrou inflação no último mês de agosto, marcando variação de 0,20%, resultado superior ao que foi registrado em julho, de 0,03%. Ainda por aqui, o Banco Central revelou que o fluxo cambial de setembro registrou saldo positivo de US$ 8,484 bilhões. Já o preço da cesta básica subiu em sete das 17 capitais analisadas pelo Dieese no mês de setembro.

Nos EUA, o número de postos de trabalho no setor privado dos EUA apresentou desempenho acima do esperado em setembro, de acordo com os dados do ADP Employment Report, mostrando uma abertura de 46 mil vagas a mais do que o previsto. Enquanto isso, o ISM Services ficou em 53 pontos na passagem de agosto para setembro, resultado levemente acima do que as projeções de analistas apontavam.

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Dólar
O dólar comercial voltou a registrar queda nesta quarta-feira, desta vez de 1,98%, cotado a R$ 1,8315 na venda, ampliando a desvalorização já vista na sessão anterior, de 1,24%.

Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, os principais contratos de juros fecharam em queda. O contrato de juros de maior liquidez nesta sessão, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 10,22%, 0,09 ponto percentual abaixo do fechamento da véspera.

No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou com queda de 0,24% em relação ao fechamento anterior, a 130,75% do valor de face.

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Já o indicador de risco-País fechou em queda de 11 pontos-base, aos 275 pontos.