Resumo Diário

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Operando no campo positivo durante toda a sessão, o Ibovespa terminou esta sexta-feira (21) em forte alta de 2,31%, terminando aos 55.255 pontos, terminando a semana com valorização de 0,41%. O giro financeiro nesta sessão foi de R$ 4,62 bilhões, abaixo da média dos últimos pregões.

Em dia sem referências na pauta econômica, as atenções se voltaram exclusivamente para as perspectivas em relação à reunião na Zona do Euro, que deve terminar neste domingo (23), para quando é esperada uma possível elevação no limite do EFSF.

Contudo, o desfecho desta reunião só será concluído quando a chanceler alemã Angela Merkel for discursar no Parlamento alemão na próxima quarta-feira (26), a fim de obter apoio para tais planos. O atual tamanho do fundo já fora criticado pela Fitch, que pede por maior intervenção do BCE e afirmou que nenhum acordo na reunião deverá aliviar as pressões sobre a economia do velho continente.

Ações em destaque
Na ponta positiva do Ibovespa estiveram as ações da Klabin, que avançaram 5,67% aos R$ 6,15. Outra empresa do setor de papel e celulose, a Fibria, viu seus ativos subirem 4,07% – 5ª maior valorização do benchmark -, fechando a R$ 15,07. Por sua vez, entre as maiores quedas da bolsa brasileira nessa sessão estiveram os papéis da Vanguarda Agro, que caíram 3,23% aos R$ 0,60. Além deles, apenas outros quatro ativos que fazem parte da composição do Ibovespa terminaram esta sexta-feira em queda. 

Dólar
Em situação oposta ao mercado acionário e operando em queda durante praticamente toda a sessão, o dólar comercial recuou 0,48% na sexta-feira, terminando cotado a R$ 1,7805 na venda. Apesar dessa depreciação, a moeda norte-americana terminou a semana com alta acumulada de 2,92%, refletindo a tensão com a Zona do Euro e o corte na Selic em 0,5 ponto percentual.

Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, os principais contratos fecharam em queda nesta sessão. O contrato de juros de maior liquidez nesta sexta-feira, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 10,48%, 0,02 ponto percentual abaixo do fechamento de quinta-feira.

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No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou com queda de 0,08% em relação ao fechamento anterior, a 130,90% do valor de face.

Já o indicador de risco-País fechou em queda de 5 pontos-base, aos 227 pontos.