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O Ibovespa registrou volatilidade na sessão desta terça-feira (20), chegando a subir 0,91% na sua máxima no intraday. Entretanto, o índice perdeu forças no final da tarde e fechou em queda de 1,27%, na sua menor pontuação intradiária (56.378 pontos). O giro financeiro foi de R$ 6,276 bilhões.
O benchmark da bolsa brasileira foi na contramão das bolsas europeias, com os investidores daqui digerindo as projeções do FMI de que a economia brasileira deve crescer menos do que o esperado neste ano, com o PIB brasileiro sendo menor que a média previstas para os países emergentes, além do resultado do IPCA-15, que surpreendeu os analistas ao registrar um avanço acima do esperado.
Noticiário internacional
No front externo, o FMI também reduziu suas projeções econômicas globais, com perspectiva de crescimento de 4% em 2011, ante previsão de 4,3%. Para o ano que vem, a expectativa de expansão também é de 4%, inferior aos 4,5% estimados anteriormente.
Já nos EUA, os investidores aguardam ansiosos pelo resultado da reunião de dois dias do Fomc, iniciada nesta sessão, sobre a política de taxa de juros e por um anúncio do Federal Reserve sobre um novo pacote para estimular a economia norte-americana.
Destaques do pregão
Na ponta negativa, destaque para as imobiliárias, refletindo o avanço maior do que o esperado do IPCA-15, com a Brookfield segurando a lanterna do Ibovespa, seguida pela PDG Realty.
Já na ponta positiva, o destaque ficou por conta das ações da TAM, que lideraram os ganhos da carteira teórica do Ibovespa com alta de 2,49%, cotadas a R$ 36,66.
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Agenda
No Brasil, também foi divulgado o IPCA-E, acumulado trimestral do IPCA, que registrou variação de 0,90% entre julho e setembro, resultado superior aos 0,17% do mesmo período de 2010.
Nos EUA, foram divulgados o Housing Starts, que mede o número de casas em início de construção nos EUA, o qual registrou 571 mil casas no resultado anualizado de agosto, não superando os 590 mil imóveis esperados, além do Building Permits, indicador que mensura o número de autorizações para construção de novas casas, que registrou 620 mil permissões para construção civil em agosto, frente às expectativas de 585 mil permissões.
Dólar
O dólar comercial fechou a R$ 1,7908 nessa terça-feira, sua máxima desde 1º de julho de 2010, quando terminou cotado a R$ 1,796. Com a alta de 0,81% dessa sessão, a moeda norte-americana registra a terceira valorização seguida.
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Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, as principais taxas de contratos de juros fecharam instáveis nesta terça-feira. O contrato de juros de maior liquidez nesta terça-feira, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 10,71%, 0,08 ponto percentual acima do fechamento de segunda-feira.
No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou com queda de 0,41% em relação ao fechamento anterior, a 134,65% do valor de face.
Já o indicador de risco-País fechou em queda de 5 pontos-base, aos 241 pontos.