Resumo diário

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Após chegar a subir 0,67% no começo do pregão, o Ibovespa reverteu o sinal e manteve-se no campo negativo até o final desta quinta-feira (25), fechando em queda de 1,57%, aos 52.953 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,156 bilhões.

O benchmark da bolsa brasileira acompanhou o mau humor visto nos mercados internacionais. Dados piores do que o esperado sobre o mercado de trabalho norte-americano, aliados aos cortes das projeções de crescimento da economia global por UBS e Citigroup, colaboraram para o pessimismo dos investidores, reforçando os temores acerca da situação econômica mundial.

Ainda no front norte-americano, os investidores também aguardam com expectativa o discurso a ser realizado nesta sexta-feira (26) pelo presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, principalmente por conta de um possível anúncio de um novo pacote de estímulo à economia norte-americana.

Já no front doméstico, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s elevou, de estável para positiva, a perspectiva do rating do Brasil em moeda local. 

Destaques do pregão
Após registrar a segunda maior queda no pregão da véspera, as ações ordinárias da Usiminas, desabaram 5,76% nesta quinta-feira, fechando a R$ 22,89, o maior recuo dentro da carteira teórica do Ibovespa.

Já na ponta positiva, destaque para os papéis da Sabesp, que lideraram os ganhos do índice nesta sessão. Logo atrás, aparecem os units do Santander, que subiram por conta do anúncio de um novo programa de recompra de ações feito pelo banco.

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Agenda
No Brasil, a taxa de desemprego medida pelo IBGE ficou em 6,0% no mês – a menor para o mês desde o início da série (março de 2002), enquanto a atividade econômica do país registrou crescimento de 0,1% na passagem de maio para junho deste ano, segundo o indicador do Produto Interno Bruto Mensal divulgado pela Serasa Experian.

Ainda por aqui, o ICC da FGV divulgou que a confiança do consumidor recuou 4,6% em agosto deste ano, passando de 124,4 pontos para 118,7 pontos em um mês. Já a inflação na terceira semana de agosto avançou 0,44%, conforme medido pelo IPC-Fipe.

Nos EUA, o Initial Claims registrou um total de 417 mil novos pedidos na semana até 20 de agosto. As projeções giravam em torno de 400 mil solicitações.

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Dólar
O dólar comercial fechou estável a R$ 1,611 na venda nessa quinta-feira (25), após ter chegado a subir 0,5% e recuar 0,25% no intraday. Já o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&F Bovespa, fechou cotado a R$ 1,6154 na venda, alta de 0,74%.

Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa fecharam sem direção definida, com leve viés de alta nos contratos mais curtos e queda nos vencimentos mais longos. O contrato de juros de maior liquidez nesta quinta-feira, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 11,39%, 0,03 ponto percentual acima do fechamento de quarta-feira.

No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou com queda de 0,09% em relação ao fechamento anterior, a 137,35% do valor de face. 

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Já o indicador de risco-País fechou em alta de 7 pontos-base, aos 205 pontos.