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A despeito da volatilidade registrada nas bolsas internacionais nesta terça-feira (30), o Ibovespa operou no vermelho apenas no começo do dia, mas reverteu seu sinal no começo da manhã e manteve-se no campo positivo até o final do pregão. Assim, o índice chegou ao seu terceiro pregão consecutivo de alta nesta terça-feira, fechando aos 55.385 pontos – variação positiva de 0,96%. O giro financeiro foi de R$ 5,227 bilhões.
O benchmark atuou descolado da oscilação vista em Wall Street, com os principais índices locais alternando entre perdas e ganhos até a divulgação da ata do Fomc. Após o documento ser revelado – por volta das 15h00 (horário de Brasília) -,as bolsas norte-americanas consolidaram-se no campo positivo, digerindo a falta de novidades negativas e a opinião do Federal Reserve de que a economia dos EUA não entrará em recessão.
Destaques do pregão
No campo positivo, destaque para as ações da B2W que após terem registrado a segunda maior alta do Ibovespa na véspera, liderou os ganhos do índice nesta sessão.
Já na ponta negativa, destaque para os papéis da Cosan que encerraram o pregão segurando a lanterna do benchmark da bolsa brasileira com queda de 1,73%, cotados a R$ 23,25.
Agenda
No Brasil, esta terça-feira marcou o primeiro dia de reunião do Copom, enquanto a FGV reportou que o IGP-M variou 0,44% na medição de agosto. Em julho, o indicador havia registrado taxa de -0,12%.
Nos EUA, os preços dos imóveis norte-americanos, mensurados pelo S&P/Case-Shiller Index caíram 4,5% em junho, na base de comparação anual, vindo abaixo das projeções do mercado. Já a confiança do consumidor mostrou recuo no mês de agosto, ao registrar 44,5 pontos, frente as projeções de 52 pontos.
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Dólar
O dólar comercial chegou ao seu terceiro fechamento negativo, fechando cotado a R$ 1,588 na venda, variação negativa de 0,31%. O dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&F Bovespa, fechou cotado a R$ 1,5904 na venda, queda de 0,44%.
Durante a manhã, o BaCen realizou um leilão de contratos de swap cambial reverso, vendendo US$ 646,2 milhões desse tipo de contrato. Essa venda equivale a apenas 13 mil dos 37,4 mil contratos postos a disposição do mercado. Já por volta das 16h (horário de Brasília), a autoridade monetária realizou um leilão de compra de dólares no mercado cambial à vista, com taxa de corte de R$ 1,5856.
Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, taxas dos principais contratos de juros fecharam com rumos opostos na BM&F, porém, próximos da estabilidade. O contrato de juros de maior liquidez, com vencimento em outubro de 2011, registrou uma taxa de 12,27%, estável em relação ao fechamento de segunda-feira.
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No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou com alta de 0,02% em relação ao fechamento anterior, a 137,31% do valor de face.
Já o indicador de risco-País fechou em alta de 5 pontos-base, aos 205 pontos.