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Depois de ter mostrado recuo logo no início do pregão, o Ibovespa retomou o fôlego e voltou para o campo positivo ainda pela manhã, permanecendo assim até seu fechamento, aos 68.066 pontos, com alta de 0,56%. A pontuação do índice é a maior desde 26 de janeiro, quando fechara aos 68.709 pontos. Com esta performance, o Índice Bovespa conquistou seu sexto avanço em sete sessões. O giro financeiro do dia ficou em R$ 5,65 bilhões. Na semana, o Ibovespa somou alta de 3,52%, na sua segunda valorização semanal consecutiva.
Com a inflação ainda em foco, o PBoC (Banco Popular da China) aumentou em 0,5 ponto percentual o compulsório bancário, com a nova taxa passando a vigorar a partir da próxima quinta-feira.
Outra importante referência no dia foi o encontro dos ministros das Finanças do G-20, em Paris, no qual representantes das vinte maiores economias globais discutem temas como o controle do fluxo de capital e o limite para acumulação de reservas. Na ocasião, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o Brasil adotará mais medidas para controlar os movimentos de capitais se for preciso.
Destaques do Pregão
Depois da forte alta da véspera, as ações PNA da Usiminas estenderam o bom momento e apareceram entre as maiores valorizações do Ibovespa neste pregão. O mercado segue corrigindo o forte prêmio das ações ordinárias da empresa, e também avalia a celebração de um novo acordo de acionistas, notícia que chega em meio a especulações sobre a possível entrada da CSN no grupo.
As ações do setor imobiliário dominaram a ponta compradora do Ibovespa nesta sexta-feira, com destaque aos papéis da MRV, PDG e Rossi.
Na ponta vendedora do índice, destaque para as ações da BM&F Bovespa, que responderam à divulgação dos seus resultados com queda de 1,76%. As ações ON da Usiminas voltam a aparecer entre os papéis de pior performance do índice.
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Agenda
Por aqui, a única referência da agenda ficou por conta do o IGP-M, que apontou inflação de 0,88% na segunda prévia deste mês, taxa 0,25 ponto percentual maior do que a apurada no mesmo período do mês anterior.
Dólar
O dólar comercial terminou o dia em leve alta, de 0,06%, sendo cotado a R$ 1,664 na venda, perdendo fôlego após ter chegado aos R$ 1,67 durante a manhã. Além das intervenções do Banco Central, que utilizou de suas três armas durante a sessão, o aumento do compulsório chinês foi o destaque internacional.
O BC novamente realizou apenas uma operação no mercado à vista neste pregão. A compra ocorreu entre 15h41 e 15h46, com taxa de corte em R$ 1,6649. A autoridade financeira também utilizou de um leilão no mercado a termo para tentar contar a queda da divisa norte-americana, realizando uma operação entre as 10h51 e 10h56, com taxa de corte correspondente a R$ 1,6700 e liquidação prevista para o dia 9 de março.
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No uso de ferramentas pelo BC para a sessão também esteve um leilão de swap cambial reverso, através do qual a autoridade monetária vendeu a totalidade dos 30 mil contratos ofertados, movimentando US$ 1,47 bilhão, com três datas de liquidação, em maio e outubro de 2011 e abril do ano seguinte, tendo esta sido a sétima operação similar no ano.
Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, os principais contratos fecharam sem tendência definida. O contrato de juros de maior liquidez nesta sexta-feira, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 12,69%, 0,03 ponto percentual acima do fechamento de quinta-feira.
No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou em baixa de 0,16% em relação ao fechamento anterior, a 133,33% do valor de face.
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Já o indicador de risco-País teve variação positiva de cinco pontos-base em relação ao fechamento anterior, encerrando o dia em 172 pontos.