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SÃO PAULO – Ampliando ganhos desde a abertura, o Ibovespa apresenta alta de 1,99% no início da tarde desta segunda-feira (15) e atinge 54.536 pontos, com volume financeiro de R$ 2,979 bilhões.
Em termos gerais, observa-se uma queda no nervosismo no mercado global e a redução da aversão ao risco, o que abre espaço para que as principais bolsas internacionais busquem as perdas acumuladas desde o início da semana.
Com ganhos tanto em Wall Street quanto na Europa, a bolsa brasileira é diretamente favorecida, porém, a agenda de resultados impulsiona ainda mais a variação positiva do principal índice doméstico, enquanto cresce a expectativa para os números trimestrais da Petrobras (PETR3,PETR4), a serem divulgados após o fechamento do pregão.
Além, disso, investidores digerem a tradicional divulgação do relatório Focus do Banco Central desta segunda-feira, que apontou redução na expectativa do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 6,28% para 6,26% em 2011.
Altas e baixas
O principal destaque positivo fica com as ações da Duratex (DTEX3), que registram valorização de 5,83% e são cotadas a R$ 10,16. Apesar dessa variação, a baixa acumulada desde o início do ano chega a -30,79%. Por outro lado, o pior desempenho fica com os papéis ordinários da Usiminas (USIM3), que são cotados a R$ 26,21 e apresentam baixa de 2,09%.
As maiores altas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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As maiores baixas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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Bolsas internacionais
Nos EUA, os principais índices acionários operam em alta, com recuo da volatilidade registrada nos pregões anteriores, apesar da divulgação de dados da indústria de Nova York piores do que os esperados.
Os investidores buscam referências em indicadores do mercado de trabalho e do setores de construção civil e industrial, além de resultados de grandes empresas que serão reportados ao longo desta semana.
Enquanto isso, na Europa, os principais índices acionários revelam trajetória de leve alta nesta segunda-feira. O movimento positivo dá continuidade aos ganhos da última sessão, quando a proibição à venda a descoberto em alguns países da Zona do Euro impulsionou as negociações.
Juros e câmbio
As taxas dos principais contratos de juros futuros operam em tendência de queda na BM&F, após uma semana de pregões oscilantes, o mercado repercute o relatório Focus, que manteve as projeções da taxa de juro.
Por fim, o dólar comercial é cotado a R$ 1,5930 na compra e R$ 1,5940 na venda, forte baixa de 1,04% em relação ao fechamento anterior, porém, em agosto, a moeda norte-americana ainda acumula valorização de 2,77%.