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O Grupo Fleury (FLRY3) registrou lucro líquido de R$ 264,3 milhões no terceiro trimestre de 2026, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (5). Em comparação com o mesmo trimestre no ano passado, a alta foi de 42,9%.
O modelo B2C (da empresa ao consumidor, em tradução livre) cresceu 14,1%, com 9,3% desse crescimento sendo orgânico. A alta se distribui entre os estados, com Minas Gerais avançando 16,4%, Rio de Janeiro com 8,9% e demais regionais com 6,4%.
Segundo a presidente do grupo, Jeane Tsutsui, vários fatores justificam esse crescimento. “Nós temos feito um aumento de capacidade, também temos aumentado a oferta de exames, fortalecendo o atendimento móvel e as áreas produtivas”, explica.
Ao final do terceiro trimestre, o Ebitda cresceu 12,2%, saindo de R$ 599,4 milhões para R$ 672,2 milhões no período. A margem Ebitda sofreu um pequeno recuo de 31 pontos-base, chegando a 27,1%.
Tsutsui ainda destaca que a Fleury acumula, ao longo dos nove meses de 2026, um crescimento de 36% no lucro, mantendo disciplina em custo e despesas e com crescimento de Ebitda (o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, traduzido do inglês).

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“De maneira geral, esse crescimento vem em linha com o aumento da capacidade instalada e o investimento contínuo em capacidade técnica”, explica Jeane Tsutsui, presidente do grupo.
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Ao final do terceiro trimestre, o Ebitda cresceu 12,2%, saindo de R$ 599,4 milhões para R$ 672,2 milhões no período. A margem Ebitda sofreu um pequeno recuo de 31 pontos-base (bps), chegando a 27,1%.
Alavancagem
Ao final do 3º tri, a alavancagem da Fleury era de 1,0x, estável em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2025. Para Tsutsui, manter esse nível de alavancagem em um período de juros elevados é um feito para se orgulhar.
“Nós somos uma empresa que consegue, ao longo do tempo, manter uma forte geração de caixa, que consegue fazer aquisições, com uma certa disciplina para integrar esses ativos. Isso faz com que mantenhamos um nível de alavancagem que é muito adequado para esse momento”, explica a presidente.
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Um dos sinais dessa operação controlada, de acordo com Tsutsui, é o Retorno sobre o Capital Investido (ROIC, em inglês).
O ROIC chegou a 18,7% no terceiro trimestre deste ano, 470 bps acima do 2º tri de 2023, quando a companhia concluiu a transação com Instituto Hermes Pardini.
De acordo com a administração, a contínua evolução do ROIC evidencia a capacidade da Fleury em transformar aquisições em geração efetiva de valor, combinando integração eficiente, captura de sinergias e disciplina na alocação de capital.
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“Nós viemos crescendo de forma organizada e consistente, com crescimento de cerca de 8% de forma orgânica desde 2012, acreditamos que o nosso histórico de crescimento orgânico e ‘orgânico plus’ mostram um track record muito consistente.”, explica a presidente.