Varejista de farmácias

Pague Menos (PGMN3) tem baixa de 20% no lucro no segundo trimestre, para R$ 56,7 milhões

Já o Ebitda ajustado da rede de farmácias somou R$ 210,5 milhões no 2T22, crescimento de 9,5% frente ao resultado do 2T21

Por  Felipe Moreira

A Pague Menos (PGMN3), rede de farmácias que recentemente concluiu a compra da Extrafarma, registrou lucro líquido de R$ 56,7 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 20% inferior ao reportado em igual etapa de 2021, informou a companhia nesta segunda-feira (1).

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado somou R$ 210,5 milhões no 2T22, crescimento de 9,5% frente ao resultado do 2T21.

A receita bruta somou R$ 2,210 bilhões no segundo trimestre deste ano, crescimento de 8,6% na comparação com igual etapa de 2021.

De acordo com consenso Refinitiv, a projeção era de um lucro líquido de R$ 50,50 milhões, Ebitda de R$ 175 milhões e receita de R$ 2,161 bilhões.

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A margem Ebitda (Ebitda sobre receita líquida) ajustada atingiu 9,5% entre abril e junho, alta de 0,1 ponto percentual (p.p.) frente a margem registrada em 2T21.

O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 80,3 milhões no segundo trimestre de 2022, um crescimento de 77,1% em relação ao 2T21.

O lucro bruto atingiu a cifra de R$ 696,3 milhões no segundo trimestre de 2022, um aumento de 8,6% na comparação com igual etapa de 2021. A margem bruta foi de 31,5% no 2T22, alta de 0,5 p.p. frente a margem do 2T21.

A margem de contribuição das lojas atingiu 12,7% no 2T22, incremento de 0,4 p.p. em relação ao 2T21, em decorrência da boa performance em margem bruta no período e controle de despesas operacionais.

As despesas gerais e administrativas somaram R$ 70,3 milhões no 2T22, atingindo 3,2% da receita bruta (+0,3p.p. vs 2T21).

A Pague Menos encerrou o 2T22 com 1.193 lojas, com 28 aberturas e 4 fechamentos no trimestre.

O fluxo de caixa livre foi negativo em R$ 20,3 milhões, melhora de 56% em relação ao registrado no mesmo período do ano anterior.

Em 30 de junho de 2022, a dívida líquida da companhia era de R$ 638,5 milhões, um crescimento de R$ 226,9 milhões na comparação com a mesma etapa de 2021.

O indicador de alavancagem financeira, medido pela dívida líquida/Ebitda ajustado, ficou em 1,7 vez em junho, alta de 1,1 vez em relação ao mesmo período de 2021.

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