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SÃO PAULO – As bolsas de valores dos Estados Unidos iniciam os negócios em alta nesta terça-feira (13), impulsionadas pela abertura animadora da temporada de resultados corporativos do segundo trimestre com os números da Alcoa.
Após o fechamento da véspera, a produtora de alumínio divulgou um lucro líquido de US$ 0,13 por ação no segundo trimestre, ante US$ 0,47 no mesmo período do ano passado. Apesar dos ganhos terem diminuído, o resultado veio acima das expectativas do mercado, que projetavam lucro em torno de US$ 0,12 por papel. Repercutindo os números, as ações da Alcoa subiam 4%.
O resultado da Alcoa impulsiona também as ações de outras empresas do setor, como é o caso da Century Aluminum, que via seus papéis subirem 4,3% há pouco.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| Nasdaq | +1,20 |
2.225 | -0,84 |
-1,96 |
| Dow Jones | +1,15 |
10.334 | +1,21 |
-0,90 |
| S&P 500 | +1,15 |
1.091 | -0,04 |
-2,15 |
A abertura também é positiva para as ações da MBIA, que disparam 10% após o gestor de fundos Bruce Berkowitz declarar que tem participação de 11% no capital da seguradora de bônus.
Após anúncio de aquisição pela Tyco Electronics, as ações da ADC Telecommunications disparam 42%.
E contrariando o sentimento positivo que predomina este início de negociações em Wall Street, a Amedisys vê seus papéis despencarem 28% após a empresa reportar estimativa de lucro líquido de US$ 1,12 por ação no segundo trimestre.
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Dados econômicos
O Departamento de Comércio divulgou que a balança comercial dos EUA apresentou déficit de US$ 42,3 bilhões em maio, ante saldo negativo de US$ 40,3 bilhões no mês anterior. O resultado veio pior que as expectativas do mercado, que giravam em torno de um déficit de US$ 38,9 bilhões.
Mais tarde, às 15h00 (horário de Brasília), serão publicados os dados de junho sobre o orçamento do Governo Federal.
Europa
Centro das preocupações dos mercados nos últimos meses, a Europa voltou ao foco nesta sessão, após a Moody’s ter reduzido o rating de crédito de Portugal em duas notas para “A1”, citando que as perspectivas de crescimento do país são fracas e novas medidas fiscais devem ser necessárias no ano que vem.
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Junto à Grécia e Espanha, Portugal integra a lista dos países europeus que têm despertado temores em relação ao nível elevado de gastos do governo. Metas de redução dos déficits fiscais foram determinadas para os próximos anos e esses países vêm delineando ações para conseguir atendê-las.