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SÃO PAULO – Nesta segunda-feira (6), os mercados seguem repercutindo impressões a partir de tantos socorros governamentais. Complementando ajudas recentes, autoridades japonesas prometeram cerca de US$ 100 bilhões para escapar da recessão. Porém, tal panorama não implica grande entusiasmo às bolsas.
Ganhos marginais
“Não é tão rara a melhora depois do show de horrores no segundo semestre de 2008”, diz a equipe do Wells Fargo. “Isso não garante que a economia voltou a níveis considerados normais”.
Olho gordo
Sobre a boa série recente, o Citi arrisca uma interpretação curiosa. “Muitos investidores acham que perderam uma oportunidade, e agora esperam por nova chance de compra em patamares menores”.
Coordenação
As principais economias globais prometeram coordenação nas políticas macro. “Se EUA, Canadá, Reino Unido, Japão e Suíça realmente afirmam esse compromisso, não devemos nos preocupar tanto com a depreciação cambial nesses países”.
No Brasil
Sem surpresa, projeções contidas no relatório Focus passam a apontar queda de 0,19% para o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2009. Entre influências para tanto, espera-se um recuo de 3,06% na produção industrial.
Durante a manhã, economistas interpretam dados da balança comercial semanal e da pesquisa nacional da cesta básica de março.
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Conforme anúncio da BM&F Bovespa, a nova política de tarifação terá as seguintes mudanças prorrogadas para o dia 4 de maio: (i) criação da taxa de manutenção de contas de custódia sem movimentação ou sem posição; (ii) criação da taxa sobre o valor em custódia para os ativos de renda variável e os ativos de renda fixa; (iii) reduções nas taxas de negociação e liquidação; (iv) repasse de 0,05% a.a. aos investidores doadores de papéis no banco de títulos.