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SÃO PAULO – Depois do bom desempenho em maio, as bolsas começam o mês de junho indicando ganhos adicionais. Com as altas desta manhã, o índice MSCI World alcança seu maior nível desde novembro de 2008. Paralelamente, o preço dos Treasuries cai e o dólar se desvaloriza frente às principais moedas.
Investidores seguem apostando em dados melhores trazidos pela agenda econômica dos EUA. Às 9h30, saem o núcleo do PCE (inflação), o Personal Income (renda) e o Personal Spending (gastos). Às 11h00, atenção ao Construction Spending e ao índice ISM de manufatura.
Décimo primeiro capítulo
A General Motors, líder entre as montadoras mundiais por 77 anos, enfim dá passos oficiais para a concordata. Uma de suas filiais pediu enquadramento no Capítulo 11 do código de falências norte-americano, visando reestruturação.
Déficit de meta
No discurso em Pequim, o secretário do Tesouro dos EUA fez questão de enfatizar o compromisso do país com um passivo sob controle. Segundo Tim Geithner, a meta é de déficit orçamentário de 3% do PIB (Produto Interno Bruto), distante dos 13% estimados para este ano.
Demanda inelástica
Apesar dos déficits, do rating questionado e do dólar em xeque, a demanda por Treasuries continua em alta. Em maio, a custódia estrangeira dos títulos subiu quase US$ 70 bilhões, ou 3,3%.
No Brasil
O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) de 31 de maio marcou inflação de 0,39%, taxa 0,07 ponto percentual inferior à registrada na medição anterior.
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Como destaque do relatório Focus, as projeções de câmbio ao final do ano caíram substancialmente, levando o consenso a R$ 2,04.
Durante a manhã, confira também a pesquisa industrial de abril e a balança comercial de maio.
Vizinhos mudando
A Argentina perdeu sua participação de 0,1% no MSCI de mercados emergentes, e passará a integrar um índice de menor status, que reúne outras bolsas em desenvolvimento. Como base de comparação, as fatias de Brasil e China no MSCI emergente são de aproximadamente 15% e 18%.