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WASHINGTON – Reguladores dos Estados Unidos devem propor nesta terça-feira um plano que forçaria os maiores bancos do país e ter mais capital que o exigido pelas regras da Basileia III.
Os oito maiores bancos seriam submetidos a um índice de alavancagem de 6 por cento, disseram os três reguladores, representando um duro nível de quanto um banco pode emprestar para financiamento.
Além disso, as oito maiores sociedades bancárias teriam que se submeter a um nível de 5 por cento de alavancagem, disseram o Federal Deposit Insurance, o Office of the Comptroller of the Currency e o Federal Reserve, banco central dos EUA.
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Forçar os bancos a usar mais fundos de capital próprio e depender menos de dívida tem sido um pilar fundamental dos esforços dos reguladores para tornar os bancos mais resistentes após a crise financeira de 2007-2009.
Muitos defensores da reforma são a favor de uma taxa de alavancagem porque isso mede os empréstimos bancários sem permitir que os bancos meçam o grau de risco de seus ativos com os seus próprios modelos matemáticos, um sistema que os críticos dizem que pode facilmente ser manipulado.
O acordo global de Basileia III, que está sendo introduzido simultaneamente por Europa, Ásia e Estados Unidos, exige um mínimo de 3 por cento de índice de alavancagem.
Os oito bancos submetidos a regra seriam JPMorgan, Citigroup, Bank of America, Wells Fargo, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Bank of New York Mellon e State Street.