Reformas, Lava Jato, “efeito Renan”: o aumento do risco político ameaça os mercados?

Eduardo Velho, economista-chefe da INVX Global Partners, detalha como o mercado está incorporando o novo cenário de risco nas projeções para a economia em 2017 

Mário Braga

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SÃO PAULO – As últimas semanas marcaram uma mudança significativa nas perspectivas de aprovação da reforma da Previdência no Congresso como vinha sendo projetado pelo mercado. 

A convicção de deputados e senadores sobre o tema já não é a mesma, o presidente Michel Temer cedeu em pontos importantes e integrantes importantes da base aliada, como o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), começam a fazer críticas públicas às medidas de ajuste fiscal e ao próprio governo.

Estas mudanças podem levar a uma forte reprecificação dos ativos domésticos uma vez que cresceram os riscos de a reforma não ser aprovada – ou de o projeto que passar no Congresso ser muito mais “magro” que o previsto.

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No Visão Macro desta semana o economista-chefe de diretor de fundos da INVX Global Partners, Eduardo Velho, detalha como o mercado está analisando e incorporando este novo cenário de risco e que pontos são mais cruciais para que as projeções dos economistas para a retomada da economia ainda em 2017 sejam mantidas.

Assista à íntegra do programa nos vídeos abaixo:  

Bloco 1: O jogo mudou? Como os mercados estão precificando o cenário de risco do Brasil

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 Bloco 2: Não há no horizonte uma reversão nos mercados que mude o cenário de retomada