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Reforma não está tirando nenhum direito dos trabalhadores, diz presidente da Fipe

O economista destaca que, após décadas de CLT, cerca da metade dos trabalhadores seguem na informalidade, sem proteção de qualquer regra trabalhista

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SÃO PAULO – Junto com a Previdência, a reforma trabalhista tem sido o principal tema da discussão política no Brasil atualmente. Enquanto alguns defendem as mudanças, outros criticam e protestam contra afirmando que esta reforma retira direitos dos trabalhadores.

E para falar sobre isso, o professor de Economia da USP e presidente da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), Hélio Zylberstajn, é o entrevistado do UM Brasil, parceiro de conteúdo do InfoMoney. 

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Um dos principais especialistas em mercado de trabalho do País, ele afirma que as mudanças não retiram direitos e, pelo contrário, permite que eles sejam “mais bem aproveitados por via da negociação”.

Na conversa, Zylberstajn analisa os pontos mais polêmicos da atual proposta da reforma trabalhista: acordado sobre legislado, flexibilização de regras e regulamentação de novas modalidades de trabalho.

O economista destaca que, após décadas de CLT, cerca da metade dos trabalhadores seguem na informalidade, sem proteção de qualquer regra trabalhista.