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SÃO PAULO – Neste início de semana, após o Ibovespa fechar com queda de 1,56% na sexta-feira, os mercados mostram trajetória positiva – quando ocorre o vencimento de opções sobre ações na BM&FBovespa -, com os investidores mostrando otimismo em relação à situação fiscal nos EUA. O Ibovespa Futuro indica uma abertura com leve alta neste pregão, com os contratos com vencimento em dezembro registrando ganhos de 0,20%, aos 56.160 pontos.
Uma reunião feita na sexta-feira entre o presidente dos EUA, Barack Obama, e os líderes do Congresso colaborou para que os mercados criassem esperanças de que ocorra um acordo sobre a situação fiscal nos EUA antes do dia 1º de janeiro. Na Europa, o membro do BCE (Banco Central Europeu), Joerg Asmussen, disse no domingo que a zona do euro deve concordar ao longo desta semana com o financiamento de dois anos à Grécia, e deixar a perspectiva de uma ajuda futura caso necessário.
Vale obtém licença de instalação para estrada de ferro
Nesta manhã, a Vale (VALE3, VALE5) anunciou que o Ibama concedeu a licença de instalação para a expansão da Estrada de Ferro Carajás, responsável por ligar as operações de mineração entre o estado do Pará e o terminal marítimo de Ponta da Madeira, no estado do Maranhão. A empresa reforça que esse é um marco importante para o maior projeto da companhia, o S11D, que envolve investimentos de US$ 19,5 bilhões.
Tim se defende sobre suspensão da Anatel
Após a suspensão da comercialização da promoção “Infinity Day” por parte da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a TIM Participações (TIMP3) comunicou que o Plano de Melhoria aprovado pela própria agência em agosto já previa a criação desta iniciativa.
Além disso, a companhia informou que não existe potencial de instabilidade da rede em nossa oferta, sendo a capacidade de rede nas 18 áreas selecionadas superior em no mínimo 30% ao tráfego projetado. Além disso, a TIM afirma que já havia realizado testes no Rio Grande do Sul e que não ocorreu nenhuma instabilidade na rede da operadora.
Cteep e Cesp devem renovar seus contratos
De acordo com matéria do jornal Valor Econômico, o governo aposta que a transmissora Cteep e a estatal paulista Cesp (CESP6) devem prorrogar suas concessões com vencimento entre 2015 e 2017.
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De acordo com o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, as ameaças das empresas em não antecipar suas renovações deve-se à “expectativa dos agentes” de influenciar o conteúdo da Medida Provisória 579, que reduz as contas de luz e permite a prorrogação da concessões. O ministro ainda afirmou que “no dia 4 de dezembro, vocês terão surpresas”.
Atrasos de equipamentos comprometem prazos da Petrobras
A Petrobras (PETR3; PETR4) tem como meta multiplicar por dez a sua produção no pré-sal até 2020 – prevendo a produção de 2,1 milhões de barris diários -, porém, atrasos nas contratações de equipamentos como sondas de perfuração e embarcações ameaçam comprometer o cumprimento dessas metas, que foram reduzidas em 2012 após 8 anos sendo descumpridas.
De acordo com o Valor do último domingo (18), a presidente da companhia, Maria das Graças Foster, está incomodada com essa situação: “o pessoal que trabalha comigo sabe que odeio atrasos”. Nove meses após anunciar o acordo com a gestora Ocean Rig, os contratos ainda não foram anunciados.
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Ao todo, a Petrobras encomendou 33 sondas no Brasil. Cada sonda demora 48 meses para ficar pronta, sendo que a primeira tem que ser entregue em 32 meses, prazo que expira em junho de 2015, e a última em 2020.
SLX deve iniciar produção de chip em 2015
Na última sexta-feira (16), o governo anunciou informações sobre a fábrica de semicondutores que está sendo contruída em Minas Gerais. Entre várias empresas, a SLX Semicondutores terá investimento de R$ 1 bilhão, tendo como acionistas o empresário Eike Batista, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a IBM, entre outros.
Projetada para ficar pronta em outubro de 2013 e iniciar as operações em março de 2015, a fábrica terá uma área de 18 mil metros quadrados e produzirá 360 wafers – lâminas de silício da qual são feitos os chips – por dia. A produção será para uso específico e não para produção em escala, como feito por grandes empresas.