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SÃO PAULO – As bolsas iniciaram o pregão desta sexta-feira (6), mas as perdas se intensificaram após a divulgação de dados sobre o mercado de trabalho norte-americano.
Por lá, a taxa de desemprego se manteve em 8,2%, mas o departamento de trabalho anunciou a criação de 80 mil novos postos de trabalho na economia em junho, sem contar o setor agrícola. A expectativa era de 100 mil novas vagas, o que intensifica os temores com relação à recuperação da economia do país.
Dessa forma, às 13h05 (horário de Brasília), o Ibovespa interrompe a sequência de altas, segue a trajetória externa e cai 1,98%, aos 55.260 pontos. Nos EUA, o Dow Jones recua 1,34% e o S&P 500, 1,24%. Na Europa, os principais índices acionários de Madri, Milão e Frankfurt caem 3,10%, 2,53% e 1,92%, respectivamente.
Declarações abalam os mercados
A apreensão no mercado vem desde a última tarde, quando o presidente do BCE (Banco Central Europeu) Mario Draghi afirmou que os riscos que rondavam os mercados começam a se materializar, assim como a chanceler alemã Angela Merkel alertou que a reunião de cúpula na Zona do Euro não alterou em nada os termos que já existiam na região.
Para impulsionar a percepção de risco entre os investidores, a ministra de Finanças da Finlândia, Jutta Urpilainen, declarou nesta manhã à imprensa local que prefere deixar a Zona do Euro a pagar a dívida de outros países do bloco, o que coloca em xeque os progressos da última reunião de cúpula.
Altas e baixas
A maior parte das ações do Ibovespa está na ponta negativa – no início desta tarde, apenas cinco papéis registravam ganhos -, sendo liderada pelas ações da B2W (BTOW3). Por sua vez, o posto de maior alta do índice fica por conta das ações da V-Agro (VAGR3)
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As maiores altas dentre as ações que compõem o Ibovespa são: