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SÃO PAULO – Depois de fechar em queda nas duas últimas sessões, o dólar comercial, influenciado pela preocupação em torno da política monetária norte-americana, encerrou esta terça-feira em alta.
Apesar do PPI, índice de inflação ao produtor dos EUA, ter recuado mais do que o esperado em setembro, o núcleo do indicador, que exclui as variações dos preços mais voláteis, ficou bem acima das expectativas no período.
Este resultado diminui as especulações sobre um possível corte da Fed Funds Rate no início de 2007.
Banco Central
Assim como o esperado, o Banco Central realizou um novo leilão de compra de dólares à vista durante a sessão.
Segundo fontes de mercado, a autoridade monetária aceitou três propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,1354.
Dólar comercial encerra em alta
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1300 na compra e R$ 2,1330
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na venda, alta de 0,19% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3300, representando um ágio de 9,39%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 1,75% em outubro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,18%.
Dólar futuro na BM&F
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em novembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.138,
leve alta de 0,05% em relação ao fechamento
de R$ 2.137
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em dezembro, por sua vez, fechou em leve baixa de 0,04%,
atingindo R$ 2.153 frente
à R$ 2.154 do fechamento de
ontem.
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Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,132.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,00% para dezembro de 2006, queda de 0,10 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.
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