Preocupação aumenta e procura por equipamentos de segurança crescerá 15%

Dado confirma nova tendência do consumidor apresentada pelo Sincor-SP, que notou maior adesão a seguros para casa

Por  Equipe InfoMoney -

SÃO PAULO – Depois que o Sindicato dos Corretores de Seguro do Estado de São Paulo (Sincor-SP) informou que no primeiro bimestre do ano aumentou em 31% a procura por proteção residencial, chegou a vez do setor de segurança perceber uma maior preocupação do consumidor em relação à violência. A Feira e Congresso de Segurança Eletrônica (ISC Brasil), que começou na quarta (02) e vai até esta sexta (04), na capital paulista, mostra que esse mercado espera crescimento de 15% nas vendas em 2007.

A expectativa mostra-se em um ritmo mais acelerado do que o registrado pelo segmento nos últimos anos. De acordo com informações concedidas recentemente pela Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), o aumento da procura, desde 2002, estava na casa de 12% ao ano. Com a possível expansão estimada para 2007, deve ser movimentado um total de R$ 1,3 bilhão.

Tecnologia

E não são apenas alarmes e cercas que fazem parte da gama de produtos que garantem uma segurança reforçada para as casas e empresas. Durante o evento, são apresentados equipamentos com tecnologia de ponta para garantir o sossego das pessoas.

Dentre as novidades, estão o monitoramento via celular: o consumidor conecta as câmeras de sua casa ao aparelho e pode acessar as imagens via fone, de qualquer lugar do mundo. Outros exemplos são a central de alarmes especializada para crianças e idosos e as câmeras com infravermelho que filmam mesmo sem qualquer iluminação.

De acordo com a assessoria de imprensa da ISC Brasil, a maioria desses produtos já está disponível no mercado. Os que ainda não foram lançadas o serão dentro de, no máximo, seis meses.

Preço

Contudo, por se tratar de uma feira voltada para a indústria, não foi informado o valor dos equipamentos. De qualquer maneira, é importante lembrar que a Abese afirmou que, nos últimos cinco anos, por exemplo, o preço do alarme caiu de algo em torno de R$ 3 mil para R$ 1 mil.

Isso ocorreu exatamente por causa do aumento de consumidores com acesso a produtos de segurança.

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